2.8.07

A Vivo - controlada em partes iguais pela Portugal Telecom e pela empresa espanhola Telefónica - confirmou hoje ter obtido o controlo da Telemig e da Tele Norte Celular Participações (Amazônia Celular) por R$ 1,2 biliões (mais de USD 6 biliões). Com esta aquisição, a Vivo entra em áreas geográticas em que ainda não actuava, adicionando 4,8 milhões de pessoas à sua base de clientes, que passa a ser de 35 milhões de assinantes.


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Brasileiros em festival musical português

Os cantores brasileiros Gilberto Gil (na foto), Vanessa da Mata e o trio Bonde do Rolê são algumas das atracções do 11º Festival do Sudoeste, que reunirá artistas de várias partes do mundo entre hoje e domingo em Odemira, no Alentejo.

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Encontro comercial luso-brasileiro apresentado no Brasil

As Câmaras de Comércio de Portugal no Ceará e na Bahia vão apresentar aos seus associados a II Missão Empresarial e Encontro de Negócios Brasil – Portugal, que visitará as cidades do Porto, Viana do Castelo e Lisboa, entre os dias 11 e 18 de Novembro, uma iniciativa do Conselho das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil, e da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira (Lisboa).

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Actividade hoteleira brasileira em Portugal

A Habiserve, sociedade com participação em diversas empresas de promoção imobiliária que actuam em Portugal e no Brasil, inaugura em Setembro um aparthotel de três estrelas na cidade de Paredes, no distrito do Porto.


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Maria João apresenta "João"

Leia na LUSA BRASIL, as declarações da cantora portuguesa Maria João (na foto) que recentemente lançou o disco "João", totalmente dedicado à música brasileira.

Redução de turismo no Nordeste brasileiro

As autoridades turísticas brasileiras estão atentas à sensível redução dos fluxos turísticos para o Nordeste brasileiros nos últimos meses, nomeadamente oriundos de Portugal, o que visto como consequência de uma conjugação negativa de vários factores.


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Empresa farmacêutica brasileira no mercado português

A EMS, líder brasileira na fabricação de produtos farmacêuticos e com presença no mercado europeu desde 2005, quando inaugurou em Portugal a subsidiária Germed, assumiu no primeiro semestre a liderança em facturamento no sector.


O momento de entrada da EMS no mercado internacional aconteceu em 2003, quando o Instituto Nacional da Farmácia e do Medicamento de Portugal (Infarmed) - órgão de vigilância sanitária equivalente à Anvisa no Brasil - aprovou a autorização para a EMS poder actuar no mercado português.

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Portugal Telecom e a criação de uma nova operadora no Brasil

O Ministro das Comunicações, Hélio Costa (na foto), pronuncia-se de forma favorável à possibilidade de entrada na Portugal Telecom numa nova operadora brasileira.


Leia mais em A TARDE e no DIÁRIO ECONÓMICO.

Vinhos e comidas de Portugal

Leia no CORREIO DO BRASIL um curioso artigo de CATIA MELO E SILVA, membro da Association de La Sommellerie Internationale, com o título "Em harmonia com Portugal", onde se fala de vinhos e da comida portuguesa.

TAP com novos aviões para o Brasil


A TAP vai substituir, a partir de Novembro, os aviões A310, que fazem as ligações ao Nordeste brasileiro, por cinco novos aviões A330. Os novos aparelhos têm uma capacidade de 263 lugares.

Leia mais no DIÁRIO DIGITAL.

30.7.07

Parceria UE-Brasil comentada

Com a devida vénia, transcrevemos do "Estado de São Paulo" de hoje um interessante e algo imaginativo artigo, da autoria de Marcelo de Paiva Abreu, intitulado "Parcerias Estratégicas", onde se analisa o novo modelo de articulação UE-Brasil e o papel de Portugal no relacionamento europeu com o Brasil:

"Na recente cúpula Brasil-União Européia, a União Européia anunciou que o Brasil será seu "parceiro estratégico", juntando-se aos Estados Unidos, ao Canadá, ao Japão, à Rússia, à China, à Índia e à África do Sul.

É um reconhecimento tardio do Brasil como "ator essencial", já evidente nas negociações comerciais na Organização Mundial do Comércio (OMC) e nas reuniões expandidas do G-8. O anúncio foi feito por Durão Barroso, português que é presidente da Comissão Européia, no início da presidência do Conselho Europeu pelo primeiro-ministro José Sócrates, de Portugal.É importante analisar as dificuldades associadas a esta aproximação entre Bruxelas e Brasília, para avaliar se boas intenções podem ser transformadas em resultados substantivos.

Pelo menos três níveis de análise são relevantes na avaliação da parceria estratégica proposta: papel crucial das negociações comerciais entre Mercosul e União Européia; suas implicações sobre as relações bilaterais do Brasil com os integrantes da União Européia; suas implicações sobre as relações bilaterais do Brasil com os países latino-americanos.A primeira constatação, óbvia, é que o sucesso que poderia decorrer de uma parceria estratégica entre o Brasil e a União Européia relevante depende, em grande medida, da conclusão das negociações comerciais entre a União Européia e o Mercosul, que se arrastam desde 1999 e estão agora encalhadas. Entre as diversas parcerias estratégicas da União Européia, o caso do Brasil é especialmente complexo, pois as negociações comerciais são realizadas entre "mercados comuns", com a inclusão de parceiros no Mercosul com os quais Bruxelas não tem parcerias estratégicas.

No Nafta, embora a União Européia tenha parcerias estratégicas com os Estados Unidos e o Canadá, há um tratado de livre-comércio entre México e União Européia desde 2000. E, na África austral, a posição dominante da África do Sul, na Southern African Development Community e na Southern African Customs Union, contribuiu para minimizar as resistências ao acordo de livre-comércio assinado entre a África do Sul e a União Européia, em 1999.Embora os seculares laços luso-brasileiros expliquem a forma de lançamento da parceria estratégica, não deve haver dúvida quanto ao formato ideal de interação entre Brasília e Bruxelas.

Embora seja compreensível que países com longa tradição colonial procurem transformar antigos vínculos em vantagens comerciais, financeiras e políticas, é essencial constatar a óbvia disparidade de relevância econômica entre colônias e metrópoles do passado, especialmente no caso luso-brasileiro.

E há complicações espanholas a levar em conta. Pode ser detectado renovado interesse espanhol no Brasil, com o conseqüente enfraquecimento da influência portuguesa.

Detecta-se reavaliação da distribuição de investimentos espanhóis na América Latina, com a retração das posições em países de maior risco, em especial na Argentina, mas também na Bolívia e na Venezuela, e aumento de interesse por investimentos mais prudentes no Brasil, no Chile e no México.
De outro lado, a "depressão portuguesa" estimula comentários provocadores, tais como a "brincadeira" de José Saramago, no Diário de Notícias de Lisboa, sobre uma possível união política entre Espanha e Portugal: "Já temos a Andaluzia, a Catalunha, o País Basco, a Galícia e teríamos Portugal..." A baboseira foi repercutida meio malandramente pelo jornal espanhol El País, (22/7), com a reprodução de comentários sarcásticos sobre a "desmemória" lusa.

A matéria não inclui nenhum comentário sobre a longa e atribulada história das relações entre Madri e as regiões que têm marcado tão profundamente o cenário político espanhol. Nem sobre a diluição dos separatismos regionais como um dos corolários importantes do sucesso da União Européia.

Não é preciso gastar tempo lembrando as glórias lusas em Aljubarrota ou Montes Claros, que fizeram Portugal nação independente, ou contrastá-las com as agruras da Catalunha derrotada em seus anseios separatistas, para concluir que o assunto pode, no máximo, vender mais livros ou jornais.

Os governos lusos podem ter cometido muitos erros, mas a maioria dos portugueses preferiu, e provavelmente ainda prefere, que tenham tido, ou tenham, origem em Lisboa. Também há alguma ironia no fato de que venham de Madri comentários sobre falta de memória, quando os fantasmas da guerra civil persistem como reflexo da longa amnésia política que acometeu o país depois de 1939.

Não obstante o recente aumento da importância dos fluxos de capitais espanhóis, as relações substantivas do Brasil com a União Européia deveriam privilegiar as economias européias com maior influência em Bruxelas: certamente o eixo Berlim-Paris, os recalcitrantes britânicos e os deprimidos italianos e, depois, a Espanha. Com Portugal guardando o seu nicho lingüístico e cultural.Finalmente, deve ser levada em conta a reação de outros países latino-americanos à aproximação entre o Brasil e a União Européia. Deixando de lado possíveis manifestações paranóicas dos presidentes Hugo Chávez, da Venezuela, e Evo Morales, da Bolívia, e alguma dificuldade menor com os mexicanos, os problemas concentram-se em Buenos Aires. O possível, talvez provável, ressentimento argentino pode tornar ainda mais complexas as negociações comerciais entre o Mercosul e a União Européia. Cabe à diplomacia brasileira aparar tais arestas."

O crescimento do Banif

O Grupo Banif, detentor do Banif - Banco Internacional do Funchal, que tem uma significativa presença no mercado brasileiro, registou elevados lucros no primeiro semestre de 2007.

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Unidas cresce no Brasil

A Unidas, empresa brasileira controlada pelo grupo português SAG - Soluções Automóvel Globais, aumentou substancialmente a sua actividade no mercado brasileiro no primeiro semestre de 2007.

Leia mais no PORTUGAL DIGITAL.

A TAP e a crise aérea no Brasil

Leia no PORTUGAL DIGITAL a perspectiva da companhia aérea portuguesa TAP Portugal em face da crise de transporte aéreo no Brasil e as suas perspectivas de crescimento.

Cantora de Alagoas no Lusavox

A cantora alagoana Irina Costa é uma das dez finalistas do concurso mundial Lusavox, promovido pelo Governo português para descobrir talentos entre descendentes de Portugueses.

Escolhida dentre mais de 200 artistas de vários países, Irina Costa, que reside no Estado brasileiro de Alagoas, é uma portuguesa nascida em Angola e radicada no Brasil desde criança, é uma das dez finalistas do Lusavox.

Leia mais no ALAGOAS 24 HORAS.