Dom João polémico
Do nosso leitor José Verdasca, e relativo a um texto de Roberta Pennafort publicado no “Estado de S. Paulo”, recebemos o comentário que de seguida transcrevemos:“ A "jornalista" Roberta Pennafort (pena forte, idéia fraca), em "O Estado de São Paulo" - revelando o que de negativo lhe vai na alma, expondo a sua incompetência em analisar honestamente um livro de História (?), vomitando insultos (“o aparvalhado e medroso D. João”) contra quem não se pode defender, expondo publicamente a sua ignorância, os seus complexos, a sua falta de respeito perante os leitores de "O Estado de São Paulo", a sua falta de deontologia, ofendeu publicamente a memória de um Estadista, que - em aqui chegando, logo nos primeiros dias - deu ao Brasil Universidades e liberdades, o Banco do Brasil, a Biblioteca Nacional, a Imprensa Nacional, Academias Militar e Civil, o Jardim Botânico, que trouxe consigo o Colégio dos Nobres, com seus corpos docente e discente, a Biblioteca Real com 40.000 títulos, muitos dos quais são hoje as preciosidades da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, e muito, muito mais - dizia, essa "jornalista", não tem consciência do que fez e disse, e, o seu jornal, que deixou passar tal enormidade, que publica suas matérias, não merece ser lido, como muito bem aconselha Vasco dos Santos, grande poeta e romancista, que ao Brasil deu "O Mameluco", notável romance histórico sobre a nova etnia tropical, ou (entre muitos outros) "O Achamento do Brasil”, poema que nos revela a heróica e bela história desta grande Pátria, obra de colonos, escravos e imigrantes, que a engrandeceram auxiliados pelos mamelucos, que teve a dita de contar com o Príncipe Dom João - depois Dom João VI - fatos que Roberta Pennafort decerto ignora, pois não acreditamos que tenha escrito tais bobagens por maldade, para ofender, para insultar, para caluniar, para injuriar. Cremos que é - pura e simplesmente - uma ignorante.”
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