A TAP no Brasil
Leia no Público um artigo sobre a estratégia da TAP no mercado brasileiro.
BLOGUE DE ACTUALIDADE LUSO-BRASILEIRA
Leia no Público um artigo sobre a estratégia da TAP no mercado brasileiro.
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23.2.08
A Livraria da Vila, em S. Paulo, promove, desde há três anos, noites dedicadas a histórias portuguesas, regadas a vinho Periquita.
Leia mais na Agência Lusa.
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23.2.08
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22.2.08
O enólogo e empresário português Luís Pato preside , em Salvador, a uma apresentação e degustação de vinhos da Bairrada, região vitivinícola próxima de Coimbra, em Portugal - noticia o site Portugal Digital.
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22.2.08
Leia, de seguida, o saboroso texto do escritor moçambicano Mia Couto, sob o título em epígrafe:
"Venho brincar aqui no Português, a língua. Não aquela que outros embandeiram. Mas a língua nossa, essa que dá gosto a gente namorar e que nos faz a nós, moçambicanos, ficarmos mais Moçambique. Que outros pretendam cavalgar o assunto para fins de cadeira e poleiro pouco me acarreta.
A língua que eu quero é essa que perde função e se torna carícia. O que me apronta é o simples gosto da palavra, o mesmo que a asa sente aquando o voo. Meu desejo é desalisar a linguagem, colocando nela as quantas dimensões da Vida. E quantas são? Se a Vida tem é idimensões?
Assim, embarco nesse gozo de ver como escrita e o mundo mutuamente se desobedecem. Meu anjo-da-guarda, felizmente, nunca me guardou.
Uns nos acalentam: que nós estamos a sustentar maiores territórios da lusofonia. Nós estamos simplesmente ocupados a sermos. Outros nos acusam: nós estamos a desgastar a língua. Nos falta domínio, carecemos de técnica. Ora qual é a nossa elegância? Nenhuma, excepto a de irmos ajeitando o pé a um novo chão. Ou estaremos convidando o chão ao molde do pé? Questões que dariam para muita conferência, papelosas comunicações. Mas nós, aqui na mais meridional esquina do Sul, estamos exercendo é a ciência de sobreviver. Nós estamos deitando molho sobre pouca farinha a ver se o milagre dos pães se repete na periferia do mundo, neste sulbúrbio.
No enquanto, defendemos o direito de não saber, o gosto de saborear ignorâncias. Entretanto, vamos criando uma língua apta para o futuro, veloz como a palmeira, que dança todas as brisas sem deslocar seu chão. Língua artesanal, plástica, fugidia a gramáticas.
Esta obra de reinvenção não é operação exclusiva dos escritores e linguistas. Recriamos a língua na medida em que somos capazes de produzir um pensamento novo, um pensamento nosso. O idioma, afinal, o que é senão o ovo das galinhas de ouro?
Estamos, sim, amando o indomesticável, aderindo ao invisível, procurando os outros tempos deste tempo. Precisamos, sim, de senso incomum. Pois, das leis da língua, alguém sabe as certezas delas?
Ponho as minhas irreticências. Veja-se, num sumário exemplo, perguntas que se podem colocar à língua:
· Se pode dizer de um careca que tenha couro cabeludo?
· No caso de alguém dormir com homem de raça branca é então que se aplica a expressão: passar a noite em branco?
· A diferença entre um ás no volante ou um asno volante é apenas de ordem fonética?
· O mato desconhecido é que é o anonimato?
· O pequeno viaduto é um abreviaduto?
· Como é que o mecânico faz amor? Mecanicamente.
· Quem vive numa encruzilhada é um encruzilhéu?
· Se diz do brado de bicho que não dispõe de vértebras: o invertebrado?
· Tristeza do boi vem de ele não se lembrar que bicho foi na última reencarnação. Pois se ele, em anterior vida, beneficiou de chifre o que está ocorrendo não é uma reencornação?
· O elefante que nunca viu mar, sempre vivendo no rio: devia ter marfim ou riofim?
· Onde se esgotou a água se deve dizer: "aquabou"?
· Não tendo sucedido em Maio mas em Março o que ele teve foi um desmaio ou um desmarço?
· Quando a paisagem é de admirar constrói-se um admiradouro?
· Mulher desdentada pode usar fio dental?
· A cascavel a quem saiu a casca fica só uma vel?
· As reservas de dinheiro são sempre finas. Será daí que vem o nome: "finanças"?
· Um tufão pequeno: um tufinho?
· O cavalo duplamente linchado é aquele que relincha?
· Em águas doces alguém se pode salpicar?
· Adulto pratica adultério. E um menor: será que pratica minoritério?
· Um viciado no jogo de bilhar pode contrair bilharziose?
· Um gordo, tipo barril, é um barrilgudo?
· Borboleta que insiste em ser ninfa: é ela a tal ninfomaníaca?
Brincadeiras, brincriações. E é coisa que não se termina. Lembro a camponesa da Zambézia. Eu falo português corta-mato, dizia. Sim, isso que ela fazia é, afinal, trabalho de todos nós. Colocámos essoutro português – o nosso português – na travessia dos matos, fizemos com que ele se descalçasse pelos atalhos da savana.
Nesse caminho lhe fomos somando colorações. Devolvemos cores que dela haviam sido desbotadas – o racionalismo trabalha que nem lixívia. Urge ainda adicionar-lhe músicas e enfeites, somar-lhe o volume da superstição e a graça da dança. É urgente recuperar brilhos antigos.
Devolver a estrela ao planeta dormente."
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21.2.08
A Portugal Telecom Inovação expõe num seminário sobre medicina, em São José do Rio Preto, uma tecnologia que começará a exportar para o Brasil e que permite a realização de consultas médicas à distância.
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21.2.08
Lisboa vai ser o palco da telenovela brasileira «A Revelação», da TVSBT Canal 4 de São Paulo, que serve de lançamento a uma nova faixa de programação teledramatúrgica, vista diariamente por 70 milhões de telespectadores.
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21.2.08
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21.2.08
O parlamento português vai promover, em 31 de Março, uma conferência internacional e uma audição pública destinadas a debater o tema do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa - informa o jornal Correio da Manhã.
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21.2.08
O antigo presidente do Portugal, Mário Soares entrevistou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para uma série de conversas com personalidades políticas internacionais a serem transmitidas pela RTP.
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21.2.08
As trocas comerciais entre Brasil e Portugal tiveram um incremento de 59,5% no primeiro mês deste ano, em comparação com janeiro de 2007.
Leia mais no Portugal Digital.
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21.2.08
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21.2.08
O Grupo O DIA de Comunicação assinala o bi-centenário da chegada da família real portuguesa ao Brasil com série de fascículos "Especial 200 anos" . Confira as novidades em o O DIA Online.
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21.2.08
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21.2.08
Organizado pelos professores Luis Valente de Oliveira e Rubens Ricupero, com coordenação do professor Paulo Roberto de Almeida, que também é um dos autores publicados, acaba de ser editado o livro "A Abertura dos Portos", pela Editora Senac, de São Paulo.
Formalmente dedicado à decisão tomada em 28 de Janeiro de 1808, pelo príncipe regente de Portugal, dom João, de autorizar a abertura dos portos brasileiros às "nações amigas", o livro vai muito além dessa decisão, abarcando todo o contexto das relações Brasil-Portugal e das relações internacionais de Portugal durante todo o vasto período histórico que precede à administração joanina, desde Pombal ao Primeiro Imperio no Brasil.
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20.2.08
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20.2.08
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20.2.08
A Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira (CCILB), em colaboração com a Câmara de Comércio e Indústria Suiça em Portugal, vai realizar um almoço-debate no próximo dia 27 de Fevereiro, tendo como convidado o presidente da EDP - Energias de Portugal, António Mexia.
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20.2.08
As inscrições para a 6ª edição do Prémio Portugal Telecom de Literatura, cujos vencedores serão anunciados no Outono, estão abertas até 30 de Março.
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20.2.08
Leia, em seguida, uma síntese do livro "A Abertura dos Portos", Luis Valente de Oliveira e Rubens Ricupero (organizadores), editada pela Editora Senac São Paulo, elaborada pelo Professor Paulo Roberto de Almeida:
"Duzentos anos de administração do Brasil a partir do Brasil, depois de trezentos anos de colonização pela metrópole portuguesa, são sempre motivo de comemorações, o que as editoras não deixarão obviamente de aproveitar. A Planeta saiu na frente, ainda em 2007, com o ensaio de leve leitura (mas muito bem pesquisado) de Laurentino Gomes, 1808. A Senac-SP veio logo em seguida, com a organização, também em 2007, de um seminário do qual resultou este livro binacional, organizado a quatro mãos por um engenheiro civil português e um embaixador brasileiro, contendo doze estudos de alta densidade histórica por parte de um coletivo de especialistas na história portuguesa e brasileira. Mas A Abertura dos Portos vai muito além de seu título reducionista.
Trata-se de uma balança equilibrada: seis autores portugueses e seis brasileiros. O organizador português lembra, já de partida, que dizer que a abertura dos portos visou ao comércio com as nações amigas é uma formulação muito ampla: “O que ela, de fato, autorizou foram as relações comerciais com a Inglaterra.” É o que confirma o organizador brasileiro, num denso texto que aborda o contexto diplomático da decisão da abertura dos portos no que se refere às complicadas relações com a Inglaterra, com a França, os Estados Unidos e outras potências, não só em relação aos antecedentes imediatos da medida, mas igualmente no que tange à negociação dos tratados de 1810. Ricupero finaliza evidenciando o que ele considera serem os pontos de contato entre esses tratados e o projeto da Alca, proposta pelos Estados Unidos: um deles seria o “liberalismo enganoso”, discriminando contra outros parceiros; outro é a falta de reciprocidade, com a exclusão de produtos competitivos brasileiros do mercado da parte mais forte; o terceiro seria o tratamento especial reservado aos investidores estrangeiros em caso de disputas comerciais.
Carlos Guilherme Mota comparece logo em seguida, com uma revisão do ciclo que vai da era pombalina até o final do Primeiro Império (1750-1831): dos diversos “Brasis” do antigo Império colonial português, ao Império brasileiro unificado, é um percurso que vê o Brasil figurar pela primeira vez no concerto das nações. O português Valentim Alexandre retoma a análise do alvará de abertura dos portos e dos tratados de 1810, confirmando sua total assimetria e os problemas fiscais deles derivados, em ambos aspectos totalmente desfavoráveis a Portugal e ao Brasil. As imigrações para o Brasil são o tema da portuguesa Ângela Domingues, que retraça as iniciativas joaninas para o estabelecimento de um fluxo migratório sueco (em Sorocaba, mas temporário) e de um suíço (em Nova Friburgo), que se estabeleceu de forma mais consolidada.
O brasileiro Francisco Alambert examina o período do ponto de vista das artes e da cultura, com foco na chegada da Missão Artística Francesa, em 1816. Se o poder econômico estava indiscutivelmente com a Inglaterra, o Brasil sempre respirou cultura pelo lado francês, numa importação direta, cuja figura principal é Debret. O português José Luiz Cardoso refaz a evolução das idéias econômicas na época, com a absorção entusiasta das de Adam Smith, em particular através de José Maria Lisboa, cuja obra em defesa da liberalização do comércio, Observações sobre o comércio franco no Brasil (a primeira a ser impressa no Brasil, pela Imprensa Régia, ainda em 1808), é examinada com lucidez.
O uspiano Lincoln Secco segue o percurso das idéias liberais, no Brasil e na península ibérica, no meio século até 1851: ele considera que houve uma revolução burguesa “incompleta” em Portugal, ao velho estilo que ainda vigora: “fazer reformas para evitar revoluções”. O português Eugénio dos Santos segue a carreira acadêmica, científica e militar do nosso “Patriarca da Independência”, José Bonifácio, aspectos que em geral ficaram em segundo plano na historiografia tradicional. Ele tinha de se dividir entre seus cursos na Universidade de Coimbra, uma assessoria na Casa da Moeda em Lisboa e prospecções minerais em todo o país: considerava os seus colegas de Coimbra “enfatuados, vaidosos e possuidores de um saber apenas livresco e oco de significado”. Na invasão francesa, ele tomou armas, primeiro como sargento nos “Voluntários Acadêmicos”, depois como major no Corpo Acadêmico. Quando parte ao Brasil, em 1819, já com 56 anos, era um estadista experiente.
Este que aqui escreve assina um artigo auto-explicativo, chamado “A formação econômica brasileira a caminho da autonomia política: uma análise estrutural e conjuntural do período pré-independência”, uma análise do contexto econômico colonial e da gradual emergência de uma economia voltada para a acumulação interna, no contexto das relações econômicas internacionais e dos processos de transformação do sistema econômico no início do século XIX. A pernambucana Maria Leda Oliveira da Silva, em “Aquele imenso Portugal: a transferência da corte para o Brasil (séculos XVII-XVIII)”, lembra que frei Vicente do Salvador já tinha defendido, em 1630, a idéia da transferência da corte para o Brasil. A transferência da corte, em 1808, responde, ademais, a projetos políticos antigos, anteriores à restauração (1640): D. João VI, quando estabelece o Reino Unido (1816), retoma a esfera armilar, símbolo da expansão ultramarina dos tempos de D. Manuel, no sonho de transformar a América num imenso Portugal.
O português Jorge Couto, já conhecido entre nós por sua tese da descoberta do Brasil em 1498, por Duarte Pacheco Pereira, trata da delimitação das fronteiras do Brasil, de D. Manuel I a D. João VI, ou seja, da descoberta até a união dos reinos, com destaque para o Tratado de Madri, que alargou nossas fronteiras. Finalmente, os “santistas” José Rodrigues e José Pascoal Vaz acompanham 200 anos de transformação socioeconômica dos portos brasileiros, seu crescimento e problemas atuais, sobretudo no que se refere à mão-de-obra.
Em suma, trata-se de vasta obra coletiva que vai muito além da simples abertura dos portos, em 1808. Uma rica iconografia ilustra este livro, que fica como um marco comemorativo destes dois séculos desde o alvará “libertador do comércio”. Tempo de retomar o processo, seguramente..."
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19.2.08
Com o patrocínio do Millennium BCP, a Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil - São Paulo realiza, no próximo dia 27 de Fevereiro, às 18h30, uma palestra de Luiz Carlos Mendonça de Barros, antigo ministro, sobre "O momento económico no Brasil e no mundo".
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19.2.08
A psicóloga Andréa Sebben, fará no dia 26 de Fevereiro, pelas 19h, no auditório do Instituto Camões, na Embaixada de Portugal em Brasília, uma palestra subordinada ao tema "Intercâmbio cultural: a adaptação do Brasileiro no exterior".
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19.2.08
O embaixador de Portugal no Brasil, Francisco Seixas da Costa, vai estar presente no dia 21 de Fevereiro na cerimónio que o Senado brasileiro vai promover em comemoração dos 200 anos da abertura dos portos brasileiros às "nações amigas", decidida pelo príncipe regente dom João em 28 de Janeiro de 1808.
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19.2.08
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19.2.08
Fernando Lemos, ligado ao movimento surrealista em Portugal, e há muito residente no Brasil, apresenta hoje uma retrospectiva da sua obra fotográfica numa galeria de São Paulo.
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19.2.08
O grupo português HLC vai produzir óleos vegetais no Brasil para exportar para Portugal, onde o material será transformado em biodiesel. O óleo será produzido nas cidades de Petrolina (Pernambuco) e Tefé (Amazonas), a partir de plantações de soja, mamona e da árvore pinheiro manso.
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19.2.08
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19.2.08
As autoridades espanholas desarticularam uma quadrilha que falsificava documentos de identidade portugueses para que imigrantes brasileiros pudessem ter residência legal na Espanha.
Leia mais em O Globo.
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19.2.08
A exposição "Lusa - a Matriz Portuguesa" foi visitada por 754.753 pessoas, durante os quatro meses em que esteve patente ao público no Rio de Janeiro.
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19.2.08
Terá a sua inauguração na Pinacoteca do Estado de São Paulo no dia 23 de Fevereiro, prolongando-se até 21 de Abril, o projecto “Contaminação”, da artista portuguesa Joana Vasconcelos.
Ver mais no site da RTP.
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19.2.08
A posse do original da carta que determinou a abertura dos portos brasileiros, em 1808, pelo príncipe regente português dom João, é objecto de uma disputa entre as cidades de Rio de Janeiro e Salvador.
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19.2.08
Leia no Diário do Nordeste um artigo sobre a história da influência portuguesa na gastronomia ligada ao bacalhau.
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19.2.08
O filme "Netto e o Domador de Cavalos", do escritor e cineasta brasileiro Tabajara Ruas, tem sua estreia mundial no dia 21 na Póvoa de Varzim, durante a 9ª edição do encontro de escritores de expressão ibérica "Correntes d'Escritas".
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19.2.08
Portugal é um dos principais destinos para as exportações de flores brasileiras. Ceará, São Paulo e Minas Gerais são os estados que mais exportam para o mercado português.
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19.2.08
Acaba de ser anunciado que a Assembleia da República de Portugal vai ouvir vários especialistas acerca do Acordo Ortográfico da Língua portuguesa, no âmbitpo da respectiva Comissão Parlamentar de Ética, Sociedade e Cultura.
Leia mais em A Semana on-line.
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19.2.08
O antigo presidente português, Mário Soares, está no Brasil para realizar uma série de entrevistas a políticos brasileiros, a emitir pela RTP-Radiotelevisão Portuguesa. José Serra, Aécio Neves e o presidente Lula são os entrevistados.
Leia mais no Portugal Digital.
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19.2.08
O governador do Piauí, Wellington Dias, está em Portugal, iniciando um périplo europeu que o levará também a Espanha e a Itália, com o objectivo de captar investimento para o seu Estado
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19.2.08
O Brasil é um dos países presentes na 13ª edição do Salão Internacional do Vinho, Pescado e Agro-alimentar (SISAB), a decorrer no Pavilhão Atlântico, Lisboa, a partir de hoje.
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18.2.08
Completa hoje 200 anos a primeira faculdade do Brasil, fundada pelo príncipe regente dom João após a sua chegada a Salvador.
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18.2.08
O empresário Rômulo Alexandre Soares será empossado presidente do Conselho das Câmaras Portuguesas no Brasil, numa cerimeonia que será realizada no dia 28 de Fevereiro, na Embaixada de Portugal em Brasília.
O Conselho das Câmaras, criado em 2001, é um órgão de apoio às iniciativas das câmaras portuguesas e é responsável pela realização bienal do encontro empresarial luso-brasileiro, cuja próxima edição será em Fortaleza, no segundo semestre de 2009.
Na cerimónia de 28 de Fevereiro, o presidente da Câmara da Bahia, Eduardo Salles, assume a primeira vice-presidência, e Raul Penna, presidente da Câmara de Minas Gerais, a segunda vice-presidência.
Leia mais em A Semana on-line.
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18.2.08
Começa hoje a transferência da tela "Chegada da família real portuguesa à Bahia, em 1808" para o Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro, onde vai integrar uma exposição sobre D. João VI e a Corte.
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18.2.08
A ensaísta brasileira e professora universitária de literatura portuguesa Maria Lúcia Lepecki defendeu que o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, cuja ratificação está pendente há 14 anos, é desnecessário e é um desperdício de recursos.
Leia mais na Agência Lusa.
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18.2.08
A Energias do Brasil, empresa do grupo EDP, registou crescimentos nos volumes de energia gerada, distribuída e comercializada no ano de 2007.
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17.2.08
Este blogue tem como objectivo fornecer curtas notas de actualidade sobre a realidade portuguesa ou luso-brasileira.
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