"Vidas a Descobrir - Mulheres Cientistas do Mundo Lusófono" - vai ser lançado esta semana em Lisboa

Niède Guidon encontrou ossadas humanas preciosas, criou um parque arqueológico numa terra inóspita do Brasil e deu trabalho às suas gentes, enquanto Amabélia Rodrigues quebrou na Guiné-Bissau o mito de que as crianças com febre têm paludismo.
Ambas são cientistas e as suas histórias são narradas num livro que é lançado amanhã na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.
"Vidas a Descobrir - Mulheres Cientistas do Mundo Lusófono" reúne reportagens sobre dez investigadoras de Portugal, Brasil, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe.
As reportagens foram realizadas por uma escritora angolana e por seis jornalistas portugueses, brasileiros e angolanos, incluindo quatro da Lusa - Ana Sousa Dias (editora da Cultura), Carla Mendes e Marco Antinossi (correspondentes no Brasil) e Marisa Serafim (delegada na Guiné-Bissau).
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