7.10.09

F&A entre Portugal e emergentes disparou desde 2005

O valor das operações de fusão-aquisição (F&A) entre Portugal e países emergentes registou um "crescimento galopante" – de 2% para 21% entre 2005 e 2008 -, revela um estudo divulgado hoje pela A.T. Kearney.

Os países emergentes têm uma importância crescente em operações de fusão-aquisição (M&A na sigla inglesa) nos últimos anos na Europa e Portugal passa a acompanhar a tendência.
Angola e Brasil são os principais investidores regulares – ao contrário da Europa, onde China e Índia dominam -, conclui o relatório "Tendências geoestratégicas globais em fusões e aquisições transnacionais e o caso de Portugal", hoje apresentado em Lisboa.
Após um recorde das operações de M&A (cross-border) a nível mundial em 2007 – cerca de 2,8 mil milhões de euros – registou-se um decréscimo de 38% em 2008, resultante da crise económica, nota o relatório.
Porém, constata-se que as empresas de mercados emergentes estão cada vez mais activas, assumindo um papel preponderante na liderança deste tipo de operações, sobretudo quando direccionadas a empresas localizadas em países desenvolvidos.

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