Nossa senhora da Glória - venerada em Portugal e no Brasil
A devoção dos habitantes do Rio de Janeiro a Nossa Senhora da Glória surgiu no início do século XVII, alguns anos depois da fundação da cidade, quando no ano de 1608, um português de nome Ayres colocou uma pequena imagem da Virgem numa gruta natural existente no morro do Leripe. Nos finais desse mesmo século, levantou-se no local uma ermida, que seria reconstruída no início do século XVIII tendo a sua construção finalmente sido terminada em de 1739.A devoção a Nossa Senhora da Glória cresceu em popularidade e prestígio após chegada da família real ao Rio de Janeiro, em 1808. D. Carlota Joaquina tornou-se particularmente devota desta Senhora e em 1818, mandou restaurar o pequemo templo setecentista.
Segundo uma descrição romântica da época, citada por Marsilio Cassoti, em Carlota Joaquina: o pecado espanhol, “ficava a Igreja poética e deliciosamente fora da cidade, no terraço de um morro altaneiro e verdejante, em redor do qual se tinha fixado muita gente nobre e rica…Permitia a plataforma um vista em panorama sobre a Baía da Guanabara”
Não só Carlota Joaquina era devota da Senhora da Glória, como toda a família Bragança o veio a ser posteriormente. O templo tornou-se num dos lugares preferidos de oração de D. Leopoldina de Áustria, mulher de D. Pedro (o futuro D. Pedro I do Brasil, IV de Portugal), a sua filha promogénita foi baptizada com o nome de Maria da Glória naquela mesma igreja (a menina será mais mais tarde a Rainha D. Maria II de Portugal) e a partir de então todos os Bragança, nascidos no Brasil, foram consagrados na Igreja.
Não só Carlota Joaquina era devota da Senhora da Glória, como toda a família Bragança o veio a ser posteriormente. O templo tornou-se num dos lugares preferidos de oração de D. Leopoldina de Áustria, mulher de D. Pedro (o futuro D. Pedro I do Brasil, IV de Portugal), a sua filha promogénita foi baptizada com o nome de Maria da Glória naquela mesma igreja (a menina será mais mais tarde a Rainha D. Maria II de Portugal) e a partir de então todos os Bragança, nascidos no Brasil, foram consagrados na Igreja.
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