Imprensa da Universidade de Coimbra aposta na internacionalização e plataformas digitais

Com um catálogo acumulado que é, neste momento, superior a 14 mil títulos, a Imprensa da Universidade de Coimbra/UC é uma das maiores editoras universitárias de toda a lusofonia e, seguramente, uma das maiores do mundo.
A sua história vem desde 1772, sem contar com o trabalho dos tipógrafos, que recua ao século XVI. A sua média de publicações era de quase de 100 obras por ano. Os melhores anos, neste momento, ainda não atingiram esse número, mas a intenção dos responsáveis - diz - Delfim Leão, diretor da Imprensa da Universidade de Coimbra, é chegar lá e depois continuar a crescer, sobretudo agora com o alargamento ao Brasil.
- Alargando à língua portuguesa há um mercado potencial imenso?
Sem dúvida. Nós em Portugal somos 10 milhões. Só Brasil anda pelos 200 milhões e num mercado em pleno crescimento, uma vez que a percentagem da população a frequentar o ensino superior é ainda muito baixa. E depois há um mercado africano, asiático que não pode ser descurado.
A lusofonia é um espaço muito vasto e, quando estamos no estrangeiro percebemos, por exemplo, que Portugal cumpre uma função de placa de derivação de contactos do norte da Europa ou do espaço e anglófono com o mundo lusófono, com o Brasil à cabeça, claro, mas também com Angola, Moçambique, com Timor.
Que são países que começam a dar nas vistas, não só pelo crescimento económico que têm, mas também pela aposta que virá na formação, na cultura. E aqui, há claramente um campo de afirmação da língua portuguesa, sobretudo na área da comunicação científica, que está por explorar.
Leia a entrevista na íntegra no diário as beiras
A sua história vem desde 1772, sem contar com o trabalho dos tipógrafos, que recua ao século XVI. A sua média de publicações era de quase de 100 obras por ano. Os melhores anos, neste momento, ainda não atingiram esse número, mas a intenção dos responsáveis - diz - Delfim Leão, diretor da Imprensa da Universidade de Coimbra, é chegar lá e depois continuar a crescer, sobretudo agora com o alargamento ao Brasil.
- Alargando à língua portuguesa há um mercado potencial imenso?
Sem dúvida. Nós em Portugal somos 10 milhões. Só Brasil anda pelos 200 milhões e num mercado em pleno crescimento, uma vez que a percentagem da população a frequentar o ensino superior é ainda muito baixa. E depois há um mercado africano, asiático que não pode ser descurado.
A lusofonia é um espaço muito vasto e, quando estamos no estrangeiro percebemos, por exemplo, que Portugal cumpre uma função de placa de derivação de contactos do norte da Europa ou do espaço e anglófono com o mundo lusófono, com o Brasil à cabeça, claro, mas também com Angola, Moçambique, com Timor.
Que são países que começam a dar nas vistas, não só pelo crescimento económico que têm, mas também pela aposta que virá na formação, na cultura. E aqui, há claramente um campo de afirmação da língua portuguesa, sobretudo na área da comunicação científica, que está por explorar.
Leia a entrevista na íntegra no diário as beiras
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