Portugal e Brasil trocam experiências na área das telecomunicações ferroviárias

Com o objetivo de aprofundar a cooperação na área das telecomunicações ferroviárias, a Agência Nacional de Transportes Terrestres do Brasil – ANTT sediou, nesta quarta-feira (9), o Encontro Brasil/Portugal de Telecomunicações Ferroviárias.
Além dos diretores Bernardo Figueiredo e Jorge Bastos, e de representantes das concessionárias VALE S.A., MRS Logística S.A. e ALL Logística, o encontro contou com a colaboração do presidente do Conselho de Administração da REFER TELECOM, de Portugal.
Todo o sistema de rede ferroviária portuguesa (2.800 km) é cabeado por meio de fibra ótica, o que permite que a telecomunicação entre as malhas, que transportam tanto passageiros quanto carga, seja mais efetiva. No total, são 4.700 km de fibra ótica instalada em toda a rede. O equipamento foi construído durante dez anos. Sua duração pode chegar a 150 anos.
“Portugal está avançado em termos de telecomunicações ferroviárias. A experiência do país pode auxiliar o Brasil a evoluir no setor”, acredita o diretor da ANTT, Jorge Bastos.
O superintendente-executivo da agência, Hélio Mauro França, também destaca a experiência de Portugal na implantação de sistemas de telecomunicações em linhas de alta velocidade. “Eles adotaram um modelo de concessão onde a implantação dos serviços e a sua exploração comercial se dá por meio de concessão separada da infra-estrutura da via”, ponderou.
Todo o sistema de rede ferroviária portuguesa (2.800 km) é cabeado por meio de fibra ótica, o que permite que a telecomunicação entre as malhas, que transportam tanto passageiros quanto carga, seja mais efetiva. No total, são 4.700 km de fibra ótica instalada em toda a rede. O equipamento foi construído durante dez anos. Sua duração pode chegar a 150 anos.
“Portugal está avançado em termos de telecomunicações ferroviárias. A experiência do país pode auxiliar o Brasil a evoluir no setor”, acredita o diretor da ANTT, Jorge Bastos.
O superintendente-executivo da agência, Hélio Mauro França, também destaca a experiência de Portugal na implantação de sistemas de telecomunicações em linhas de alta velocidade. “Eles adotaram um modelo de concessão onde a implantação dos serviços e a sua exploração comercial se dá por meio de concessão separada da infra-estrutura da via”, ponderou.
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