4.3.11

EDP cresce no Brasil


A EDP no Brasil, empresa do grupo EDP Energias de Portugal, gerou, no quarto trimestre de 2010, R$ 420 milhões de EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações), alta de 5,7% em comparação ao mesmo trimestre de 2009. Este indicador atingiu, no ano, o valor de R$ 1,55 bilhão, o maior da empresa, com acréscimo de 3,6% face ao ano anterior.
Pelo terceiro ano consecutivo, a EDP no Brasil registrou redução nos custos. Os gastos gerenciáveis reduziram 19,2% no trimestre em relação ao mesmo período do ano anterior. No acumulado de 2010, a variação foi de 0,4%.

“A Companhia manteve o percurso de crescimento dos últimos anos e teve um bom desempenho em 2010. Mantivemos a nossa tendência de redução de custos, que já se verifica há três anos sucessivos, prosseguimos os nossos projetos de investimento, e desenvolvemos projetos inovadores, como o Mobilidade Elétrica”, explica o presidente da EDP no Brasil, António Pita de Abreu.

Perfil-EDP Energias do Brasil, que adota a marca EDP, é a holding que consolida ativos de energia elétrica nas áreas de geração, comercialização e distribuição (EDP Bandeirante e EDP Escelsa). É controlada pela EDP Energias de Portugal.

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EDP anuncia vencedor do Prémio de Inovação e Empreendedorismo


A EDP Brasil, empresa do Grupo EDP Energias de Portugal, selecionou o projeto Bio-reciclagem Energética e Económica dos Resíduos Orgânicos Domésticos para receber os R$ 100 mil da primeira edição do EDP 2020 - Prémio de Inovação e Empreendedorismo. A cerimónia de entrega aconteceu ontem na sede da EDP, em São Paulo.

"O prémio EDP 2020, lançado o ano passado,  tem como objetivo estimular o desenvolvimento de soluções clean tech (tecnologia limpa) para o setor energético brasileiro. No total, a Companhia investirá R$ 1 milhão durante os próximos dez anos na premiação.", informa a EDP.

“Estamos satisfeitos com a alta qualidade dos trabalhos que recebemos. É gratificante para uma Companhia apoiar e incentivar o empreendedorismo, especialmente em uma área em que o produto, a energia elétrica, é tão fundamental para a evolução económica e social de um País”, afirma António Pita de Abreu, presidente do Grupo EDP no Brasil.

O idealizador do projeto vencedor, Gabriel Estevam Domingos, desenvolveu a ideia para atender às necessidades socioambientais do município de Cubatão, na região da Serra do Mar, São Paulo.

A cidade, que tem intensa produção industrial, acumulou por décadas o crescimento habitacional irregular e desordenado, o que gerou diversos problemas com a gestão de resíduos, particularmente os domésticos.

A partir deste cenário, o projeto de bio-reciclagem foi criado para possibilitar a produção sustentável de produtos comerciais comoenergia elétrica e biofertilizantes. A técnica utilizada será de biodigestão dos resíduos orgânicos domésticos.

Mais de 20 universidades brasileiras se inscreveram para o prêmio, de 11 estados brasileiros, entre os quais São Paulo, Espírito Santo, Santa Catarina, Piauí e Goiás. Do total de propostas, 76% dos projetos que concorreram estavam focados em Geração de Energia Renovável e Soluções para Cidades Auto-Sustentáveis.

A data para início das inscrições para a segunda edição do Pr´rmio EDP 2020 deve ser anunciada ainda no primeiro semestre deste ano.

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Tratado Descritivo do Brasil em 1581 - Gabriel Soares de Sousa

 
Tratado Descritivo do Brasil em 1581 - Gabriel Soares de Sousa capa

Um dos primeiros e mais extraordinários relatos sobre o Brasil colonial. Não deixe de ler. Para download em PDF.

Descrição

"Tratado Descritivo do Brasil em 1581" é um tratado escrito por Gabriel Soares de Sousa, datado de 1587, que constituiu um dos primeiros e mais extraordinários relatos sobre o Brasil colonial. Contém importantes dados geográficos, botânicos, etnográficos e linguísticos.

Gabriel Soares de Sousa nasceu em Portugal, na década de 1540. Foi agricultor e empresário. Veio para o Brasil entre os anos de 1565 e 1569. Na Bahia, estabeleceu-se como colono agrícola. Faleceu no final de 1591, perto das cabeceiras do rio Paraguaçu.


Todo o amplexo de Portugal


O historiador português José Mattoso tomou em mãos a coordenação do levantamento do património de matriz portuguesa espalhado pelo mundo.

Tanzânia, Etiópia, Myanmar, Sri Lanka. A lista pode não parecer a mais óbvia quando se trata de enumerar países com resquícios portugueses, mas eles estão lá. Agora, três volumes dirigidos por José Mattoso e editados pela Fundação Calouste Gulbenkian listam o legado de matriz lusa espalhado pelo globo, em “Património de Origem Portuguesa no mundo: arquitectura e urbanismo”.

José Mattoso, historiador medievalista – e um dos mais notabilizados do país –, não é um especialista em património português. Decidiu, ainda assim, encontrar as pessoas certas para compor este dicionário ou mapa-mundo do legado luso nos vários continentes.

Em entrevista, o homem que durante 20 anos foi monge da Ordem de São Bento, vivendo na Abadia de Singeverga – e que voltou à vida laica, em 1970, para se tornar num dos académicos mais admirados do país e escrever uma História de Portugal que ainda é referência – fala da importância do que se deixou noutros países mas, principalmente, da importância de conhecer e ajudar a preservar esse património.

Sem tiques de exaltação patriótica, a obra que a Gulbenkian publica vai das fábricas às prisões, das fortalezas aos armazéns, dos hotéis aos cinemas e às sedes de bancos, das estações de correios a ruas e praças. E nunca ficará completa.

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Novo álbum de Mariza editado no Brasil


O mais recente álbum de Mariza, "Fado Tradicional", vai ser editado na próxima segunda-feira (7 de Março), em mais de 30 países, incluindo Brasil.

Para divulgar o trabalho, a fadista portuguesa fará, até final do ano,  uma digressão mundial que a  levará aos quatro cantos do mundo.

Desde que estreou, em Novembro do ano passado, "Fado Tradicional" atingiu a marca  Disco de Platina por mais de 20 mil exemplares vendidos só em Portugal.

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"Quem entende de samba é português" - diz presidente da Unidos da Tijuca


Há 46 anos no Brasil, o português José Fernando Horta de Sousa Vieira preside a uma das escolas de samba mais tradicionais e ousadas do Rio de Janeiro, demonstrando que não são só os cariocas que entendem de carnaval.

«Acho que foi o carnaval que me descobriu. Sempre digo que quem entende de samba é português, até porque foi o português Zé Pereira quem trouxe o carnaval para o Brasil», disse à Lusa Fernando Horta, nascido há 58 anos na Lixa, concelho de Felgueiras.

Fernando Horta é a prova viva de que um estrangeiro pode viver do samba. Desde 1982, o empresário está «mergulhado» no Grémio Recreativo Escola de Samba Unidos da Tijuca. Este é o seu terceiro mandato como presidente da instituição.

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Portugueses trouxeram Carnaval para o Brasil em 1641


Ao contrário do que muitos imaginam, a origem desta festa popular é europeia. Foram os portugueses que, em 1641, início da colonização brasileira, trouxeram a festividade para o  país.

O Entrudo português, precursor do Carnaval tal qual o conhecemos, posuía diferenças significativas com a folia de hoje. Caracterizava por brincadeiras de rua em que os foliões arremessavam água, ovos e farinha nos traseuntes. Com pouco mais de requinte, os bailes de máscara da Itália Renascentista também influenciaram o Carnaval brasileiro, sobretudo, nas classes mais nobres do país.

Mas não tardou para que os brasileiros dessem o seu “jeitinho” e uma pitada de originalidade à comemoração, acrescentando elementos africanos ao Entrudo e às mascaradas italianas, fazendo com que o Carnaval brasileiro ganhasse o batuque dos tamborins e o colorido das serpentinas.

Veja aqui sugestões de leitura sobre as origens e evolução do Carnaval

3.3.11

Tap volta a crescer no Brasil


TAP - Voos directos Portugal-Brasil-Portugal todos os dias

Nove milhões de passageiros transportados, lucro de 62,3 milhões de euros e vendas de 2,2 biliões de euros (passagens, cargas e manutenção). Esses foram os principais resultados da Tap em 2010, divulgados hoje, em Lisboa, pelo presidente da empresa aérea, Fernando Pinto. Todos números recordes para a empresa, que destaca o crescimento de 55% no mercado brasileiro e de 30% no angolano como fatores decisivos para os bons resultados.

As vendas no Brasil respondem por 22% de tudo o que a Tap vende no mundo. Brasil e Portugal, juntos, respondem por 50,4% das vendas da Tap ao redor do globo.

ROTAS BRASILEIRAS

As rotas brasileiras também ficam em segundo lugar no quesito “receita gerada”, não importando onde a venda foi efetuada (dentro ou fora do Brasil). Elas colaboram com 35% do total da receita da Tap, com crescimento de 33%. Os dados referem-se a todos os voos tendo o Brasil como origem ou destino, com vendas feitas nos mais diversos países.

Em número de passageiros transportados, as rotas da Europa lideram com 58%, as do Brasil empatam com Portugal, com 16%, e as da África ficam com 7%. Em passageiros, o Brasil cresceu 16% no ano passado.

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Cavaco Silva convidado para os 100 anos da Câmara Portuguesa do Rio de Janeiro

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Cavaco Silva recebe em Belém presidente da Câmara Portuguesa de Comércio e Indústria do Rio de Janeiro
Foto:Luís Filipe Catarino/Presidência da República Portuguesa

O Presidente de Portugal, Cavaco Silva, recebeu esta semana no Palácio Nacional de Belém, o  presidente da Câmara Portuguesa de Comércio e Indústria do Rio de Janeiro, Paulo Elísio de Souza, que o convidou a associar-se às comemorações do centenário da instituição - a mais antiga representação comercial e industrial portuguesa  do mundo - que se comemora no dia 17 de Setembro.

Está programado, para a mesma altura, o lançamento do Livro Comemorativo dos 100 anos contando a história do comércio português no Rio de Janeiro ao longo do século XX e falando da contribuição dos imigrantes portugueses na transformação económica e social da sociedade fluminense.

À frente da presidência da Câmara Portuguesa do Rio deste de junho do ano passado, Paulo Elísio informou que a organização vem desenvolvendo esforços para incentivar ainda mais as relações bilaterais entre Portugal e o Brasil.“Queremos, designadamente, estimular mais parcerias entre  empresas portuguesas e brasileiras, visando o intercâmbio de tecnologia entre os dois países”, afirmou.

Em 2010, a soma do investimento direto entre os dois países superou US$ 2 biliões.

Mais informações:
Rosani Abreu / Câmara Portuguesa de Comércio e Indústria do Rio de Janeiro
(21) 9889-5164 e (21) 2533-4189

Câmara Portuguesa de Comércio e Indústria do Rio de Janeiro completa 100 anos em Setembro

Coube  ao primeiro presidente da República portuguesa, Manuel de Arriaga, há quase 100 anos, autorizar a criação da primeira Câmara Portuguesa de Comércio no mundo - a  do Rio  de Janeiro.

A data, que marca momento especial da relação entre os dois países, será assinalada no dia 17 de Setembro deste ano, com jantar comemorativo no Museu Histórico Nacional.

Desde junho do ano passado na presidência da Câmara, o advogado Paulo Elísio de Souza considera que o bom momento que atravessam as relações luso-brasileiras já rende frutos no Brasil, em sectores como energia, finanças, telecomunicações e petróleo. Para o presidente, as perspectivas que se abrem agora são
ainda mais promissoras, tanto nestes como noutros sectores de actividade.

Embora admita os danos causados pela alta do petróleo sobre a economia portuguesa — largamente dependente da importação de energia  —, o presidente projeta uma segunda fase mais positiva. “Avalio que o segundo semestre deverá ser bem diferente do atual momento em Portugal”, prevê. “As medidas de austeridade adotadas pelo governo português são impopulares, mas já começam a dar sinais de eficácia.”

Paulo de Souza foi esta semana recebido em Lisboa pelo presidente  Aníbal Cavaco Silva, a quem convidou a deslocar-se em Setembro ao Brasil para participar nas comemorações do centenário da Câmara.

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Portugal prepara missão empresarial a Minas Gerais


O presidente da Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil -Minas Gerais, Fernando Dias, e o diretor da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal no Brasil , Bernardo Ivo Cruz, reuniram-se  em Belo Horizonte com os subsecretários de Indústria, Comércio e Serviços, Marco Antônio Rodrigues da Cunha, e de Política Mineral e Energética, Paulo Sérgio Ribeiro, da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Económico (Sede).

O objetivo do encontro -  debater com o Governo de Minas Gerais a vinda, em junho, de uma missão multisectorial portuguesa, composta por 110 empresários. 

Portugal quer identificar novas oportunidades de investimentos e de comércio que permitam uma maior integração entre as duas economias, através da criação de parcerias com empresas brasileiras, diversificando o comércio e os investimentos entre os dois países.

EDP Bandeirante inova em eficiência energética com acção pioneira no Brasil


Uma ação inédita da EDP Bandeirante, distribuidora de energia elétrica do Grupo EDP no Brasil, possibilitou uma iluminação pública mais eficiente, económica e ambientalmente correta em áreas específicas de três municípios do Estado de São Paulo.

Lâmpadas convencionais utilizadas na iluminação pública foram substituídas pelas de tecnologia LED nas cidades de Guarulhos, São José dos Campos e Mogi das Cruzes, regiões de atuação da distribuidora de energia.

A EDP Bandeirante realizou a substituição de 59 pontos de iluminação, sendo 29 no Lago dos Patos, em Guarulhos; 19 na Praça Afonso Pena, em São José dos Campos; e 11 na Praça Oswaldo Cruz, em Mogi das Cruzes.

Esta é uma ação pioneira de iluminação pública a LED realizada no Brasil, integrando a política de inovação do Grupo que contou com a tecnologia implantada pela GE Iluminação.

Para Ewaldo Nogueira, gestor executivo que coordena o Programa de Eficiência Energética, a iniciativa contribui para o combate ao desperdício no consumo de energia, além de reforçar a liderança da EDP na utilização de tecnologias inovadoras e sustentáveis. “A EDP no Brasil tem se destacado no setor nos últimos anos, com a implementação de projetos que efetivamente reduziram o consumo de energia elétrica. Os benefícios vão muito além da simples economia, afinal, os recursos energéticos ganham longevidade com essa utilização consciente que a EDP incentiva”, afirmou.

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Participada da portuguesa Sonae cresce no Brasil


A Friengineering, empresa brasileira controlada pela Sonae Capital, do grupo português Sonae, fechou o ano passado com um crescimento de 60% no seu volume de negócios, que passou de 1,4 milhões de euros em 2009 para 2,3 milhões de euros em 2010.

A Sonae Capital sublinha que o crescimento no Brasil surge "depois da reavaliação de mercado feita em 2009, da qual decorreu o crescimento do negócio de ar condicionado compensando o abrandamento no crescimento do negócio de refrigeração".

A Friengineering, que está instalada em Porto Alegre, é uma de várias empresas da "holding" denominada Spred, através da qual a Sonae Capital gere negócios nas áreas de refrigeração, aparelhos de ar condicionado e ventilação, energia e ambiente e outras participações financeiras.

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Portugal tem oito novos monumentos nacionais

carmo lisbon

Lisboa - ruinas da Igreja do Carmo, do século XIV

O Conselho de Ministros aprovou, esta quinta-feira, novos oito monumentos nacionais.

A Casa do Passal, o Concheiros de Muge, a Igreja do Carmo, o Terreiro da Batalha do Ameixial, o Antigo Convento dos Eremitas de São Paulo da Serra de Ossa ou de Jesus Cristo, o Sistema de Abastecimento de Águas à cidade de Braga no Século XVIII, designado por Sete Fontes, a Casa de Chá da Boa Nova e a Piscinas de Marés de Leça da Palmeira são, a partir de agora, considerados monumentos nacionais.


Convento dos Eremitas de São Paulo da Serra de Ossa ou de Jesus Cristo

Em comunicado, a tutela explica que o "valor científico, patrimonial e cultural de cada um dos bens agora classificados, aliado aos critérios de autenticidade, originalidade, raridade, singularidade e exemplaridade, revelados pelo modo como foram apropriados pelos cidadãos e na relevância simbólica que adquiriram, como lugares das artes e da memória histórica e política, justificam que sejam classificados como monumentos nacionais".

Restaurante português Tromba Rija inicia internacionalização no Brasil


A cadeia Tromba Rija vai abrir um restaurante no Brasil em maio, iniciando um processo de internacionalização que deverá levar a cozinha tradicional portuguesa a vários continentes, disse hoje à agência Lusa um responsável da empresa, Fernando Real.

“Há pessoas interessadas em Xangai, Macau e Singapura, mas antes temos de pôr de pé o nosso primeiro restaurante e esse vai ser no Brasil, em São Paulo ou Belo Horizonte”, afirmou o empresário.

Fernando Real iniciou hoje num hotel de Pequim uma nova campanha de promoção do Tromba Rija na China, a segunda do género em menos de um ano.

“A China também faz parte do nosso plano de internacionalização, assim com Angola e Canadá”, adiantou.

Como nos restaurantes do Tromba Rija em Portugal, nesta operação em Pequim serão servidos “os queijos e enchidos do costume e muito bacalhau”.

A promoção decorre até 13 de março num restaurante do Hilton Wangjufing, no centro de Pequim, cujo chef é o português Ricardo Bizarro.

Radicado em Pequim há quase três anos, Ricardo Bizarro foi também o promotor da estreia do Tromba Rija na cidade, em maio passado.

O Tromba Rija, fundado há cerca de meio século em Leiria, tem hoje cinco restaurantes em Portugal.

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"Algarve" liga cozinhas portuguesa e brasileira, em Goiás


O restaurante "Algarve", na cidade de Goiânia, capital do Estado de Goiás, propõe-se trazer para apreciação do público brasileiro, algumas das delícias gastronómicas de Portugal e de outros países europeus.
O cardápio mistura ingredientes da culinária brasileira e o exótico da cozinha contemporânea ao  sabor da tradicional comida portuguesa, em que não falta, naturalmente, o bacalhau.
De segunda a sexta-feira, o "Algarve" está aberto também para almoço "self service". Aos sábados, as tradicionais feijoadas, brasileira e portuguesa, prometem ser o encontro perfeito de sabores dos dois países irmãos. Aos domingos, o restaurante propõe  uma digressão pela cozinha internacional oferecendo, em cada semana, um prato típico de alguma nação mundo afora.

Algarve

Situada na costa Sul de Portugal,  a região do Algarve é conhecida internacionalmente pela suavidade do clima,  extensos areais, belíssimas praias, rico património histórico e deliciosa e saudável gastronomia. Uma das regiões turísticas mais importantes não apenas de Portugal, mas da Europa, o Algarve atrai milhões de turistas nacionais e estrangeiros todos os anos.
Mais informações:
João Camargo Neto (62 91199943)
Mariana Clímaco (62 81165125)

Bairrada - o carnaval mais brasileiro de Portugal


Nas ruas da cidade da mealhada, em Portugal, já se ouve o som do samba.  Nas sedes das cinco escolas –  Mealhada, Póvoa da Mealhada, Casal Comba, Sepins e Enxofães – o trabalho é intenso para que no domingo, 6 de março, no sambódromo Luís Marques, o desfile do carnaval luso-brasileiro da Bairrada – o mais brasileiro de Portugal – saia à rua.

André Gonçalves – o ator brasileiro que interpreta o papel de Jair na novela “Escrito nas Estrelas” – é o Rei. A Rainha será Ana Filipa Fernandes, que em 2010 foi Dama de Honor. O desfile conta com sete carros alegóricos, cinco destes de cada uma das escolas de samba – Amigos da Tijuca, Batuque, Real Imperatriz, Samba no Pé e Sócios da Mangueira – que desfilam com um total de mil e duzentos figurantes.

Haverá, ainda, os tradicionais gigantones, mascarados, mimos, saltimbancos, fanfarra, um grupo de dança jazz, e dois grupos de animação e sátira política.

As festividades começam na próxima sexta-feira, 4 de março, na Tenda Gigante – instalada na zona desportiva da Mealhada –, a partir das 22h 30m, com a apresentação dos temas das escolas de samba, e com a presença do Rei e da Rainha do Carnaval 2011.

Leia mais no Jornal da Mealhada

"Um oceano de valores" - Intercambio estudantil Brasil-Portugal:


O projeto de intercâmbio estudantil “Um Oceano de Valores”, estabelecido entre o Colégio Cicero Nogueira (Fortaleza/Ceará), e o Agrupamento Vertical de Escolas de São Braz de Alportel (Portugal) está consolidado.

Em  Março, estudantes brasileiros vão até Portugal e depois, em abril, será a vez dos portugueses se deslocaram ao Brasil.

Leia mais no Povo Online

Carnaval em Portugal - matriz do Carnaval no Brasil

carnaval torre vedras portugal

O carnaval do Rio de Janeiro e em geral o Carnaval  do Brasil é “filho” do Carnaval de Portugal, onde a festa tem larga tradição, que se prolonga pelos dias de hoje. 

Em Lisboa, a grande festa acontece no Parque das Nações, área construída ao longo do Rio Tejo para a Expo 1998, com muita música, desfile de carros alegóricos, exposições, concursos de máscaras e  concertos ao vivo.Tudo se conclui na quarta-feira de cinzas, quando acontece o “Enterro do Carnaval”.

Mas falar do Carnaval português e não falar do Carnaval de Torres Vedras seria grande omissão. Afinal de contas, dizem que o carnaval alí é o mais português de Portugal, além de ser o mais antigo. A festa começa com a inauguração do Monumento ao Carnaval e só termina com o Enterro do Entrudo com fogo de artifício. O tema de 2011 é “A Selva” e a festa vai de 4 a 9 de março.

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2.3.11

Grupo português Prébuild vem ao Brasil negociar com BNDES


Após três dias de reunião e visita às nove unidades fabris do Grupo Prébuild, em diferentes cidades no interior de Portugal, o governador do Estado de Alagoas, Teotónio Vilela Filho, aguarda agora a vinda dos executivos portugueses a Alagoas no final de março.

Em causa está um investimento de 310 milhões de euros no Estado. Entre os dias 20 e 25 de março deve ocorrer um encontro entre o presidente do Grupo Prébuild, João Gama Leão, e o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, em Alagoas, para iniciar o processo de solicitação de financiamento.

Na ocasião, o governador Teotónio Vilela Filho irá intermediar a negociação entre o empresário e a instituição financiadora, informou a agência de comunicação do Governo de Alagoas.

O interesse dos empresários portugueses pelo Brasil teve início no final de 2009, quando estiveram no país e conheceram diversos estados nordestinos, incluindo Alagoas.
As novas fábricas serão instaladas no Polo Multifabril Industrial José Aprígio Vilela, em Marechal Deodoro.

O Pólo Industrial Prébuild, diz o grupo português, "envolverá um investimento de 310 milhões de euros, sendo constituído por diversas fábricas de sete sectores industriais". A Prébuild não revela que setores serão, mas indica que no seu conjunto o pólo "deverá gerar 4.000 novos postos de trabalho diretos e indiretos".

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Cimpor: expansão no Brasil é prioritária


A Cimpor tem como mercados prioritários de crescimento, para 2011, o Brasil e a Turquia. São duas geografias distintas, mas em ambos os casos com fortes crescimentos do EBITDA.

No Brasil, o crescimento anual foi superior a 55%. Na Turquia, o cash-flow operacional de 2010 quase duplicou em termos homólogos e no último trimestre multiplicou-se por quatro. O Magrebe, por seu lado, continua a ser uma oportunidade, e Francisco Lacerda, o CEO da companhia disse, em conferência de imprensa, que a fábrica no Egipto labora normalmente.

Posicionada em 12 países, a empresa tem nas fábricas da bacia do Mediterrâneo as melhores margens operacionais, destacando-se Marrocos, com 44%, e o Egipto, com 38,3%.

A empresa reduziu em cerca de 25% o investimento em 2010 em termos homólogos, passando de 217,6 milhões para 163,8 milhões de euros, mas o gestor sublinhou que, mesmo nessas condições, foi aumentada a capacidade de produção de clinker, a par da integração de cimento com clinker próprio.

O grupo vai voltar aos grandes investimentos com o objectivo de manter ou reforçar a quota no mercado mundial de cimento.

Francisco Lacerda não falou em números, mas a expansão no Brasil é prioritária. Em Novembro foi decidida a construção de uma nova fábrica e a expansão de outra e está em estudo a construção de uma nova unidade no Sul do país.

Em Moçambique continua a intenção de construir uma nova fábrica, enquanto Marrocos gera um novo interesse de investimento. O gestor disse que parte do esforço financeiro destes projectos será sentido em 2012 e 2013.

A nível ibérico está em curso a integração da gestão, o que permite poupanças de 60 milhões de euros/ano.

Leia no Oje

Projecto de integração das universidades de língua portuguesa

Programa elaborado pela Universidade Federal de Minas Gerais/UFMG com vista a promover a mobilidade internacional de alunos e professores de países de língua portuguesa recebeu o aval da Associação das Universidades de Língua Portuguesa (Aulp).

O Programa Internacional de Apoio à Pesquisa, Ensino e Extensão (Piapee), foi submetido à apreciação da Aulp, em Portugal,  dias 24 e 25 de fevereiro, e contou com total aceitação. A proposta foi apresentada pelo reitor da UFMG e presidente da Aulp Clélio Campolina e pelo diretor de Relações Internacionais Eduardo Viana Vargas.

O projeto, que deverá envolver recursos da ordem dos 5 milhões de euros, ao longo de cinco anos, propõe a criação de sete modalidades de apoio, sendo quatro de mobilidade internacional de graduação e pós graduação e três dedicados a projetos estruturantes de pós-graduação, iniciação à docência e extensão internacionais.

Os principais objetivos são o incremento da internacionalização das universidades integrantes da Aulp e o fomento da integração académica entre as universidades dos países de língua portuguesa.

Segundo o reitor, da verba necessária para o projeto já foram conseguidos 2 milhões de euros, concedidos pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Brasil, e 500 mil euros fornecidos pela Aulp. “Além disso, está sendo feita uma mobilização de recursos nos outros países participantes e também em instituições internacionais como o Banco Mundial”.

O projecto será apresentado para aprovação definitiva  no 21º Encontro da Aulp,a realizar de 6 a 8 de junho, na cidade portuguesa de Bragança.

Leia mais no Planeta Universitário

A Nova Literatura de Portugal e do Brasil em debate, hoje, em Lisboa


Esta tarde, na Casa Fernando Pessoa, em Lisboa, o escritor brasileiro João Paulo Cuenca e o escritor porrtuguês Rui Zink debatem “A Nova Literatura de Portugal e do Brasil”.

Américas são segundo destino de férias dos portugueses


Os portugueses fizeram 113,1 mil viagens de lazer e férias ao continente americano no ano de 2009, durante as quais realizaram 1,34 milhões de dormidas, o que coloca este destino atrás apenas da vizinha Espanha, segundo os dados do INE tornados públicos pelo Turismo de Portugal.

A informação não especifica como se distribuíram as viagens entre os destinos americanos, mas os dados que do tráfego aéreo são conhecidos apontam para que se trate do Brasil, Caraíbas (Dominicana, México, Jamaica e Cuba) e Estados Unidos.

Leia mais no PressTur

Cientistas portugueses desenvolvem bateria de papel recarregável a vapor


Baterias são sempre um potencial problema ambiental na hora do descarte. Uma forma de resolver isso é desenvolver baterias menos nocivas . Uma dessas ideias vem de Portugal e utiliza bateria feita de papel.

Uma equipa de investigação da Facudade de Ciências e Tecnologias da Universidade Nova de Lisboa criou uma bateria feita com papel sulfite! Para funcionar, segundo os pesquisadores, a folha precisa passar por alguns processos conhecidos como “deposição de elétrodos e caracterização morfológica e elétrica”.
A bateria funciona utilizando vapor d’água e o aparelho vai poder  recarregar em qualquer ambiente com humidade relativa do ar superior a 40%. A bateria vai poder equipar diversos aparelhos, como celulares, computadores e até utensilhos médicos.
Leia no EcoPlanet

Microsoft Office tem novo corrector para Acordo Ortográfico


A Microsoft anunciou em comunicado que o Office acaba de ganhar um novo corrector formalizado com o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, compatível com as ultimas versões das ferramentas do Office. Esta nova funcionalidade está disponível para já com compatibilidades com o Office 2010 e Office 2007, sob a forma de actualizações gratuitas, e poderá efectuar o download no site da Microsoft criado para o efeito.

Segundo a Microsoft, este novo corrector funciona sem problemas com o antigo, que não respeitava o Acordo Ortográfico, onde o utilizador poderá escolher qual e quando usar.

Esta nova funcionalidade foi desenvolvida em conjunto com vários linguistas nacionais do Instituto de Linguística Teórica e Computacional e do Centro de Investigação e Desenvolvimento da Microsoft em Portugal.

Também foi revelado que esta função estará disponível para outras ferramentas mais profissionais, como versões de servidores e outras  destinadas à área comercial, assim como nas futuras versões online do Office.

Vinhos portugueses ganham medalhas em Moscovo


Treze vinhos portugueses, foram galardoados com 5 medalhas de Ouro, 5 de Prata e 3 de Bronze, no Concurso de Vinhos e Bebidas Espirituosas, organizado em Moscovo, durante a maior feira de produtos alimentares da Rússia (PRODEXPO).

A Cooperativa Agrícola Santo Isidro de Pegões, dominou com 6 medalhas, das quais 3 de Ouro (com os vinhos Adega de Pegões Arinto Chardonnay Branco 2009, Portinho do Covo Branco 2010, Portinho do Covo Tinto 2009) 1 de Prata (com o vinho Fonte do Nico Branco 2010) e 2 de Bronze (com os vinhos Adega de Pegões Aragonês Tinto 2008 e Quinta Estrela Branco 2010).

A Cooperativa Vitivinícola da Ilha do Pico, arrebatou uma medalha de Ouro e outra de Prata, com os vinhos Lajido 2000 e Angelica.

O produtor “Solar das Bouças - Sociedade Vitivinícola, SA” conquistou a medalha de Ouro, com o vinho verde branco Solar das Bouças Loureiro 2010.

A empresa “Barão de Vilar Vinhos, SA”, alcançou uma medalha de Prata e outra de Bronze, com os vinhos tintos Baronesa de Vilar Douro DOC 2008 e 2009, respectivamente.

Medalhas de Prata foram atribuídas ao vinho Quinta das Mouras de Arraiolos 2009, da Adega das Mouras de Arraiolos, e ao vinho Valoroso-Cabernet Sauvignon-Castelão 2009, da Casa Ermelinda Freitas.

A cerimónia da entrega dos Prémios contou com a presença das maiores empresas comerciais russas do sector (importadores, grossistas, retalhistas) e órgãos de comunicação social.

O Concurso contou com a participação de 182 fabricantes, russos e estrangeiros, e 693 bebidas originárias de mais de 20 países.

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Mercado aproxima de novo jornalismo português e jornalismo brasileiro


O brasileiro Eduardo Zilles Borba tem 28 anos e é doutorando da Universidade Fernando Pessoa, em Portugal. Ele foi um dos académicos que participaram de uma vasta pesquisa que virou livro em dezembro do ano passado e que resgata a forma como o jornalismo português foi pensado por pesquisadores e jornalistas ao longo de 400 anos.

“O Pensamento Jornalístico Português: das origens a Abril de 1974″ tem foco “culturológico”, com a intenção de contribuir para o resgate da memória coletiva do jornalismo em meio a análises de estudos e reflexões que foram produzidas apenas em Portugal, por autores portugueses, e editados até a Revolução dos Cravos (mais precisamente, 25 de abril de 1974).

Segundo o coordenador da pesquisa, o professor doutor Jorge Pedro Sousa, “a arqueologia dos estudos jornalísticos portugueses se revelou um campo fértil, pois efetivamente escreveu-se bastante sobre jornalismo até a Revolução. Tendo em conta que a primeira reflexão escrita sobre o jornalismo português remonta, tanto quanto se apurou, a 1644, pode afirmar-se que os teóricos portugueses produzem conhecimento jornalístico há quase 400 anos”.

A principal ambição do projeto, além do livro, foi a construção de uma biblioteca online de acesso livre a resumos sobre jornalismo publicados em Portugal até 1974, assim como textos interpretativos dessas obras, seus autores e respectivas localizações em bibliotecas.

Aliás, o interessante é que os pesquisadores e autores decidiram colocar o livro para download gratuito no site da editora (http://www.livroslabcom.ubi.pt/), onde pode ser lido em dois volumes.

Não é uma obra sobre a História do jornalismo português, mas sim uma obra que visa resgatar a forma como o jornalismo foi pensado pelos pesquisadores e jornalistas portugueses. Não há, até ao momento, qualquer obra similar em Portugal.

Jornalismo português e jornalismo brasileiro aproximam-se de novo
O jornalismo brasileiro e o português atravessaram uma fase de sintonia até ao início do século XX, até porque, bem vistas as coisas, até o início do século XIX eram o mesmo país. Somente depois começaram a divergir, pois o jornalismo brasileiro sofreu uma forte influência do jornalismo norte-americano, enquanto o jornalismo português se singularizou mais por causa da ditadura do Estado Novo. Hoje em dia estão, de novo, mais próximos, por causa das forças de mercado.

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Novelas brasileiras disputam audiências em Portugal

imagem da internet
É grande a disputa por audiências entre as novelas brasileiras em exibição em Portugal, "Ribeirão do Tempo",  da TV Record, e "Alma Gémea" da Globo.

De acordo com os dados de ontem, a novela da Record - transmitida pela RTP1, ficou com 3.2 pontos de média e 26.5% de share.  Já a novela da Globo, na SIC, teve 3.0 e 22.9% de share.

Diariamente as duas novelas das estações concorrentes brasileiras disputam ponto a ponto e revezam-se ora no  terceiro, ora no segundo ou mesmo no primeiro lugar com o programa "A Tarde é Sua", de Portugal, exibido na TVI.

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Roda de Choro de Lisboa no Café Concerto da Guarda


A Roda de Choro de Lisboa é uma banda luso-franco-brasileira que se caracteriza por interpretar temas de “Chorinho” brasileiro de forma única e criativa. O segredo está na fusão de ritmos populares portugueses como o Corridinho, o Fandango e o Fado.

O grupo é liderado pelos portugueses Carlos Lopes (acordeão e direção musical), Nuno Gamboa (violão sete cordas e direção artística), os brasileiros Eduardo Miranda (bandolim), Alexandre Santos (percussão) e o francês Etienne Lamaison (clarinete).

O grupo vai actuar no dia 11 de Março no Café Concerto do Teatro Municipal da Guarda pelas 22 horas. A entrada é livre.

1.3.11

Exposição retrospetiva de Paula Rego chega ao Brasil


Quadro de Paula Rego . 1988/ Tate collection
Pela primeira vez, o Brasil vai receber uma exposição individual da pintora portuguesa Paula Rego, numa iniciativa promovida pela Fundação Luso-Brasileira.

De 19 de março a 5 de junho, a Pinoteca do Estado de São Paulo terá patente uma retrospetiva da artista, com cerca de 110 obras, entre gravuras, desenhos e colagens, realizadas de 1953 a 2009.

De acordo com um comunicado da Fundação Luso-Brasileira, a exposição já passou pelo Museu de Arte contemporânea de Monterrey (México) sob o planeamento de Marco Livingstone, historiador de arte e autor da monografia de Paula Rego.

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Babel chega ao Brasil com Fernando Pessoa, Castro Alves e Padre António Vieira


Quando a Babel for apresentada oficialmente aos brasileiros no dia 14 de março, em festa no Museu da Língua Portuguesa, ela já terá três títulos prontos e pelo menos outros 20 no prelo.

Os livros de estreia são edições “clonadas” (uma espécie de fac-símile mas não necessariamente da primeira edição, em alguns casos com reproduções de anotações feitas pelo próprio autor) dos seguintes títulos: Mensagem, que reproduz o original da Biblioteca Nacional de Portugal do único livro publicado em vida por Fernando Pessoa; Espumas flutuantes (1870), a primeira obra de Castro Alves; e uma edição luxuosa, também a partir do original, de Índice das coisas mais notáveis, do Padre António Vieira.

A meta do grupo português, que se instalou no Brasil em outubro do ano passado, é lançar pelo menos 100 títulos neste primeiro ano. Autores brasileiros terão seu espaço e quem cuidará desta área da editora será o escritor Luiz Ruffato.

A ele cabe ainda a direção da Biblioteca Babel de Clássicos Brasileiros. A ideia é lançar uma média de seis títulos ao ano, em edições bem cuidadas e assinadas por especialistas na obra dos autores escolhidos - os primeiros devem ser José de Alencar e Adolfo Caminha.

Além disso, ele terá como função dar uma boa olhada no catálogo da Babel portuguesa para sugerir o que pode ser editado no Brasil. “O grupo é uma referência em Portugal e reconhecido pela publicação de livros de qualidade gráfica e editorial. O catálogo é muito vasto e tem muitos autores portugueses importantes que não ainda conhecemos”, comentou.

Paulo Teixeira Pinto: "será uma editora brasileira e não uma sucursal da Babel portuguesa".

Além dos brasileiros

A linha editorial da Babel será ampla, com livros que vão desde os clássicos da literatura portuguesa passando por livros de arte, culinária e obras infantis. Paulo Teixeira Pinto, dono do grupo, ressalta que a editora brasileira não será uma sucursal da Babel portuguesa e que terá identidade própria. Lá, o grupo tem nove editoras e quatro livrarias.

O escritório fica em São Paulo, mas em breve devem iniciar as operações no Rio de Janeiro também. A equipa ainda está sendo estruturada e os diretores Rui Gomes Araújo e Nuno Ramos estão à frente da empresa.

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Rio de Janeiro assinala hoje 446 anos da sua fundação pelos Portugueses


Nesta terça-feira, dia 1 de março, a “Mui Leal e Heróica Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro” celebra mais um ano. Fundada em 1 de março de 1565, a cidade foi descoberta pelo explorador português Gaspar de Lemos em 1 de janeiro de 1502. O nome “Rio de Janeiro” foi escolhido por conta do mês e porque os portugueses acreditarem tratar-se a boca da Baía de Guanabara da foz de um rio. Os franceses estabeleceram-se na região em 1 de novembro de 1555 e foram expulsos pelos portugueses em 1567.

Em 1 de novembro de 1555, os franceses, capitaneados por Nicolas Durand de Villegagnon, apossaram-se da Baía de Guanabara, estabelecendo uma colônia na ilha de Sergipe (atual ilha de Villegagnon), onde ergueram o Forte Coligny, enquanto consolidavam alianças com os Tamoios e Tupinambás. Foi também com o auxílio dos povos autóctones que os portugueses atacaram e destruíram este agrupamento em 1560.

Persistindo a presença francesa na região, os portugueses, sob o comando de Estácio de Sá, desembarcaram num istmo entre o morro Cara de Cão e o Pão de Açúcar, fundando, a 1 de março de 1565, a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro. Uma vez conquistado o território, em uma pequena praia protegida pelo Pão de Açúcar edificaram uma fortificação de faxina e terra, o embrião da Fortaleza de São João.

Durante quase todo o século XVII a cidade acenou com um desenvolvimento lento. Com cerca de 30 mil habitantes na segunda metade do século XVII, o Rio de Janeiro tornara-se a cidade mais populosa do Brasil, passando a ter importância fundamental para o domínio colonial. Em 1763, o Marquês de Pombal (então primeiro-ministro português) transferiu a sede da colônia de Salvador para o Rio.

Mas o grande expansionismo veio mesmo com a vinda da corte portuguesa, em 1808: foram criados diversos estabelecimentos de ensino, como a Academia Militar, a Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios e a Academia Imperial de Belas Artes, além da Biblioteca Nacional e o Jardim Botânico. O primeiro jornal impresso do Brasil, a Gazeta do Rio de Janeiro, entrou em circulação nesse período.

O Rio foi a capital do Brasil de 1763 a 1960, quando o governo transferiu-se para Brasília.

Entre 1808 e 1815, foi capital do Reino de Portugal e dos Algarves, como era oficialmente designado Portugal na época. Entre 1815 e abril de 1821, sediou o Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, após elevação do Brasil a parte integrante do Reino Unido.

Após a independência, a cidade tornou-se a capital do Império do Brasil. De modo a separar a província da capital do Império, a cidade foi convertida, no ano de 1834, em Município Neutro, passando a província do Rio de Janeiro a ter Niterói como capital.

Após a transferência da Capital Federal para Brasília em 1960, o Rio foi transformado numa cidade-estado (experiência única na história do Brasil) com o nome de Guanabara. Em 15 de março de 1975 ocorreu a fusão com o antigo estado do Rio de Janeiro e, em 23 de julho, foi promulgada a Constituição do Rio de Janeiro.

Segundo dados do IBGE de 2008, hoje, a área da cidade é de 1.182,296 km²; a população, de 6.186.710 habitantes; e a densidade, de 5.212,4 hab./km².

Segundo a Assembléia Legislativa do Estado (Alerj), o hino oficial do Rio é Cidade Maravilhosa desde 1960 (tão logo se tornou capital do Estado da Guanabara, com a ida do Distrito Federal para Brasília), marcha composta por André Filho para o Carnaval de 1935.

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Estácio de Sá - Fundador do Rio de Janeiro, há 446 anos

O português Estácio de Sá - fundador do Rio de Janeiro

Você pisa em história e nem se dá conta. Pode passar pelos lugares que marcaram a fundação da Cidade do Rio de Janeiro sem reflectir sobre o que ocorreu ali há exactos 446 anos. Afinal, esses locais estão fora dos guias turísticos. Não há referência de que por ali cruzaram os primeiros moradores da futura Cidade Maravilhosa.

O professor Milton Teixeira é dos poucos que sabe onde pisa. Director do Sindicato dos Guias do Rio de Janeiro, é dos mais requisitados historiadores do Rio. Milton aceitou  apresentar esses pedaços de chão tão significativos, escondidos com o passar dos séculos debaixo de camadas de asfalto ou construções que fizeram a vilazinha fundada por Estácio de Sá estufar e virar metrópole.

Em três vídeos gravados para a TV O DIA Online, Milton traz à tona os primeiros momentos do Rio de Janeiro, desde a França Antártica. Com bom humor, revela que desde os primeiros instantes o sol foi um dos aliados da futura cidade. Os portugueses, segundo Milton, escolheram estrategicamente a parte da manhã para entrar na Baía de Guanabara no dia 1º de março de 1565.

A ideia era ofuscar com a luz solar a visão dos franceses, havia dez anos únicos donos daquele paraíso. No passeio, Milton esteve no monumento a Estácio de Sá, no Aterro do Flamengo, e demonstrou o quanto o sol foi amigo. Depois do desembarque, a cerimônia de fundação. Nada de tapete vermelho ou bandinha de música. O grupo que fundou a cidade levou apenas uma porta, que cravariam em muro, erquido com areia e toras de madeira. Estácio bateria nela para simbolizar a criação da cidade.

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Relações luso-brasileiras precisam de se modernizar - câmara de comércio luso-brasileira

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As relações luso-brasileiras necessitam ser estimuladas de uma forma mais moderna, sobretudo em relação à alta tecnologia, que Portugal pode fornecer ao Brasil, declarou hoje o presidente da Câmara Portuguesa de Comércio e Indústria do Rio de Janeiro.

Paulo Elísio de Souza falou à Agência Lusa depois de um encontro com o Presidente da República, Cavaco Silva, no Palácio de Belém.

"As relações entre o Brasil e Portugal necessitam ser estimuladas de uma forma mais moderna, atacando a tecnologia portuguesa, que é de alto nível, uma tecnologia de ponta, da qual o Brasil precisa", disse o presidente da câmara luso-brasileira, que também é advogado.

"Os empresários brasileiros têm grande interesse em estabelecer parcerias com portugueses para desenvolver e importar a tecnologia portuguesa", referiu.

De acordo com Paulo Elísio Souza, há uma "sinergia perfeita entre o Brasil e Portugal e as parcerias facilitam a entrada de empresas portuguesas na América do Sul e das empresas brasileiras na Europa".

O advogado brasileiro também acredita que o Mundial de Futebol (2014), os Jogos Olímpicos (2016) e os Jogos Paralímpicos (2017), que irão realizar-se no Brasil, são eventos em que Portugal tem conhecimentos acumulados para poder participar destes empreendimentos, sobretudo "na construção e gestão de arenas (estruturas) desportivas".

Segundo Souza, o objetivo principal da viagem a Portugal foi o de convidar o Presidente Cavaco Silva para o jantar comemorativo do centenário da Câmara Portuguesa de Comércio e Indústria do Rio de Janeiro.

"A Câmara foi autorizada a funcionar por decreto do presidente português, Manuel Arriaga, em setembro de 1911", referiu ainda o responsável brasileiro.

Paulo Elísio Souza solicitou o Alto Patrocínio da Presidência da República para a comemoração do centenário da câmara luso-brasileira.

"Associações portuguesas de comércio de várias partes do mundo serão convidadas a participar do evento e as câmaras portuguesas de todos os países de língua portuguesa vão receber também um convite para as comemorações do centenário", acrescentou Souza.

Paulo Elísio Souza, que está acompanhado por integrantes da direção da câmara luso-brasileira, vai ainda pedir patrocínios a empresas portuguesas para o evento.

O jantar comemorativo do centenário da Câmara Portuguesa de Comércio e Indústria do Rio de Janeiro será realizado a 17 de setembro, no Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro, sendo precedido por uma missa celebrada pelo arcebispo do Rio de Janeiro, Orani Tempesta.

A delegação da Câmara Portuguesa de Comércio e Indústria do Rio de Janeiro permanece até sábado em Portugal.

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Português lidera banco britânico Lloyds a partir de hoje



Após ter estado à frente do grupo Santander, António Horta Osório assume esta terça feira a direção do banco britânico Lloyds, quatro meses após o anúncio da contratação. O português ficará, assim, responsável por um dos mais antigos grupos financeiros do Reino Unido.

O anúncio da contratação de Horta Osório, em novembro, foi considerada uma surpresa, pois aquele preparava a entrada do Santander britânico na bolsa e cumpria já 17 anos de carreira no grupo espanhol, onde desempenhou cargos em Portugal e no Brasil.

De acordo com a edição online do Jornal de Negócios, a primeira medida anunciada pelo executivo de 47 anos é a aceleração do processo de venda dos 600 balcões do Lloyds, que esteve à beira de ser nacionalizado pelo Estado no auge da crise financeira.

"À medida que a integração das nossas operações se aproxima da conclusão, temos uma oportunidade única de redefinir o nosso futuro e demonstrar como vamos criar valor de longo prazo para os nossos clientes, acionistas e colaboradores", disse Horta Osório, citado pela agência Dow Jones.

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Empresas portuguesas na Feira da Construção de São Paulo


A 19ª edição da Feicon Batimat, feira internacional da construção, que decorre este mês em São Paulo, contará com a participação de uma dezena de empresas portuguesas, que incluirá também uma representação da AEP - Associação Empresarial de Portugal, uma das mais importantes confederações patronais do país.

A  Batimat,  organizada pela Reed Exhibitions Alcântara Machado, terá lugar de 15 a 19 de março, no pavilhão Anhembi. Além de Portugal, estarão no evento empresas de Itália, Espanha, Turquia, México, Estados Unidos, Emirados Árabes, Alemanha, Reino Unido, Áustria, Malásia e Argentina.

"A representatividade da Feicon Batimat é ampliada com a posição da nossa promotora no mundo. Temos escritórios em vários países que reforçam a visibilidade da Feira e o grande potencial de compra do mercado nacional e da América Latina. Isso tem garantido dinamismo, ano a ano, para o evento", enfatiza Liliane Bortoluci, diretora da Reed Exhibitions Alcântara Machado.

De Portugal, além da AEP, vêm empresas como a Carfel, Fenesteves, Heliflex, Novamármores, Indulatex, Pecol, SIRL Betoneiras, SJ Metal, Senda, Gramafam, entre outras. Algumas destas empresas participam também em representação de outros empresários portugueses.

Além de arquitetos e engenheiros, a promotora tem como público alvo grandes corporações, construtoras, redes hoteleiras, instituições financeiras e bancárias, concessionárias, entre outros.

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Portugal e Brasil vão discutir redução de sacos de plástico no retalho


A Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) e a Associação Catarinense de Supermercados (ACATS) assinaram um protocolo de cooperação institucional que visa a troca de experiências e cooperação técnica. O objectivo é atingir as melhores práticas na área da distribuição.

De acordo com a imprensa portuguesa, o protocolo entre a APED e a ACATS incide, sobretudo, em questões relacionadas com a utilização e redução de consumo de sacos de plástico no retalho, a prevenção de quebras nos produtos e as relações laborais, de recursos humanos e de sustentabilidade.

“Apesar de Portugal já ter um sector da distribuição ao nível do melhor que existe no mundo, é sempre importante receber contributos do que está a acontecer a nível internacional e trocar experiências com quem actua nesta área. É esse o objectivo deste acordo, que permite ainda mostrar que a distribuição portuguesa tem muito para exportar, em termos de boas práticas e bons desempenhos”, explicou o presidente da APED, Luís Reis.

O protocolo é válido por um ano, salvaguarda as especificidades legais de cada país e pode ser estendido a outras áreas de interesse de ambas as partes.

Segundo com o site da ACATS, a associação – que faz parte da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) -, abraçou no passado mês de Novembro uma iniciativa para promover o consumo responsável de sacos de plástico.

A iniciativa visa mostrar a importância da preservação do meio ambiente mediante o consumo responsável dos sacos de plástico, “no sentido de eliminar o seu desperdício”.

O programa já foi implementado, em Dezembro de 2007 noutras regiões do Brasil, tendo já conseguido que, até ao final do ano passado, 3,9 mil milhões de sacos de plástico tivessem sido deixados de ser consumidos no país.

Recorde-se que também a APED lançou, recentemente, um saco feito a partir de garrafas recicladas.

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Câmara Portuguesa da Bahia tem nova direcção


A Câmara Portuguesa de Comércio – Bahia escolheu  em Assembleia Geral Ordinária os novos membros da direcção e dos conselhos consultivo, fiscal e jurídico para os próximos dois anos. António Coradinho (Corágua) foi eleito presidente da Câmara,  Ricardo Galvão (Totvs)  vice-presidente institucional e Gerson Sampaio Filho (Teknergia) vice-presidente-financeiro.

Walter Montalvão (IBC) foi eleito vice-presidente empresarial, Cezar Almeida (Moldit) vice-presidente de comunicação e Juvenal Correia  vice-presidente de cultura e turismo..

O grande objetivo da nova gestão será ampliar a representatividade da instituição, mobilizar os associados e estimular parcerias. “Dentre as prioridades da nossa gestão, estão ampliar a base de associados, conquistando novos e trazendo de volta os antigos, prospectar parceiros comerciais e realizar eventos qualificados, que favoreçam a discussão de temas importantes para a Câmara”, afirmou António Coradinho.

28.2.11

Portugal é um dos países do mundo que melhor integra os imigrantes


Portugal é o segundo país que melhor integra os imigrantes, segundo Índex de Políticas de Integração de Migrantes, um dos mais importantes estudos comparativos internacionais de avaliação das políticas de integração de imigrantes, divulgado em Bruxelas.

Neste relatório, Portugal mantém o 2.º lugar e vê a sua pontuação consideravelmente reforçada, aproximando-se da Suécia, sendo mesmo o país do topo da tabela cuja pontuação mais progride desde a última avaliação.

As melhores classificações de Portugal são os primeiros lugares na tabela do acesso à nacionalidade (a Lei da Nacionalidade portuguesa é considerada a melhor do mundo desenvolvido) e nas políticas de reagrupamento familiar (na sequência da Lei de Estrangeiros, de 2007), mas o nosso País obteve uma avaliação francamente positiva em indicadores como, por exemplo, integração no mercado de trabalho, acesso à educação. Este relatório avalia as políticas de imigração de 31 países da América do Norte e Europa.

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CPLP reúne em Lisboa com protocolo de cooperação na agenda


A 22ª reunião dos Pontos Focais de Cooperação da CPLP - Comunidade dos Países de Língua Portuguesa começa esta segunda-feira, na sede da CPLP, em Lisboa, prolongando-se até quarta-feira. Da agenda de trabalhos faz parte a assinatura de um protocolo de cooperação no âmbito da produção de artesanato em São Tomé e Príncipe.

A reunião dos Pontos Focais de Cooperação congrega as unidades responsáveis nos Estados-membros pela cooperação no âmbito da CPLP. Sob coordenação do representante de Angola, país que detém a presidência rotativa da CPLP, os trabalhos contarão com a presença de delegações de todos os Estados-membros da CPLP.

A delegação de Angola será chefiada pela embaixadora Isabel Godinho, coordenadora do Gabinete CPLP do Ministério das Relações Exteriores, a do Brasil pelo ministro Marco Farani, presidente da Agência Brasileira de Cooperação, e a de Cabo Verde pelo embaixador José Luís Rocha, Director Nacional de Assuntos Políticos e Cooperação do Ministério dos Negócios Estrangeiros.

A delegação da Guiné-Bissau é liderada por Cipriano Gomes e a de Moçambique será encabeçada por Albertina Mac Donald. O presidente do Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento, Manuel Correia, vai chefiar a delegação portuguesa, enquanto o ponto focal de cooperação Amilcar Afonso vai liderar a de São Tomé e Príncipe e o director de Assuntos Multilaterais do Ministério timorense dos Negócios Estrangeiros, Isílio Coelho, lidera a delegação de Timor-Leste.

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Engenheiro português na Federação Internacional do Automóvel


Nuno Costa, recém-doutorado em Engenharia Mecânica pela Universidade do Minho, foi contratado pela Federação Internacional do Automóvel (FIA), para trabalhar na equipa responsável pela homologação dos equipamentos ligados à segurança dos veículos de competição.

A partir de 1 de Março, o engenheiro de 31 anos vai trabalhar em Genebra, Suíça, na sede da organização máxima do desporto automóvel, que coordena eventos como a Fórmula 1, o Campeonato do Mundo de Ralis e o Mundial de Carros de Turismo, informa um comunicado da UMinho.

"Sinto uma felicidade imensa, é a realização de um sonho e o reconhecimento do meu esforço ao longo dos anos", referiu Nuno Costa. O investigador destacou no seu percurso "a formação superior concedida pela Universidade do Minho, agora distinguida à escala global", e o apoio do Clube Automóvel do Minho, o que lhe permitiu contactar com dirigentes da FIA e "mostrar as capacidades num meio bastante restrito", sendo por exemplo comissário técnico no Mundial de Karting em Macau, no Rali de Portugal (2007-10) e nas competições nacionais de karting, rampa e offroad.

Em 2005, ao concluir a licenciatura em Engenharia Mecânica, o jovem realizou um projecto em ambiente empresarial, com parceria da empresa MAHLE S.A., fornecedora de componentes de motor das principais equipas de Fórmula 1. A sua pesquisa no Centro de Tecnologias Mecânicas e de Materiais da Universidade do Minho incidiu na performance mecânica de componentes automóveis.

Nuno Costa participa regularmente em conferências e publicou artigos em várias revistas nacionais e internacionais. No futuro, deseja fazer parte de uma das comissões técnicas da FIA que seguem os principais campeonatos da especialidade. "O meu desejo é trabalhar ao mais alto nível no desporto automóvel", afirmou o investigador.

Tecnológica portuguesa lidera consórcio de rede de sensores inteligentes


Usando sensores sem fios, o consórcio europeu EMMON quer que os edifícios possam reagir de forma autónoma a variações climatéricas. O projecto é liderado pela empresa tecnológica portuguesa Critical Software e pretende implementa a maior rede de sensores sem fios da Europa, contando com o co-financiamento da União Europeia.

Esta rede deverá permitir que os edifícios possam reagir a variações de temperatura, ou previsões de chuva, mas estende o seu alcance a outras áreas, como o controle de tráfego, com desvios por sinalização luminosa quando a concentração de Ozono atingir níveis perigosos. O objectivo é que algumas destas áreas deixem de depender de infra-estruturas físicas complexa e de custos elevados.

O próximo passo poderá passar pela implementação de uma rede de sensores de monitorização ambiental sem fios, de larga escala, numa cidade europeia. No futuro as potencialidades da tecnologia podem ser usadas na monitorização das estruturas dos edifícios, monitorização de data centers, bem como de pontes ou túneis, permitindo o lançamento automático de alertas no caso de degradação daquelas infra-estruturas.

Para além da Critical Software, estão envolvidas no projecto várias entidades portuguesas, entre as quais a CCDR-N (responsável pela monitorização ambiental na região norte de Portugal), Living PlanIT (responsável pela Smart City de Paredes), Living Lab Malta (Malta Smart City), Autoridade Florestal Nacional (AFN), Agência Nacional de Águas do Brasil (ANA) e a Associação Nacional de Protecção Civil (ANPC).

Participam ainda no projecto várias universidades, como o Instituto Superior de Engenharia do Porto do Instituto Politécnico do Porto, Institutos de investigação e desenvolvimento e empresas. Em comunicado à imprensa o consórcio refere que está interessado em dialogar com outras instituições ou organizações, quer a nível nacional bem como internacional, sobretudo as que estejam interessadas em acolher o demonstrador final do EMMON e desempenhem o papel de utilizadores finais da tecnologia e da rede de monitorização de larga escala.

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Portugueses criam casaco para alpinistas e tecido à prova de nódoas


Um tecido à prova de nódoas de café, azeite e vinho e um casaco para alpinismo são duas mais recentes criações portuguesas no setor têxtil.

Uma parte considerável do valor do setor têxtil português, que produz cerca de sete mil milhões de euros, 60% dos quais provêm da exportação, é classificado de têxteis técnicos. São produtos que inovam pelas técnicas de fabrico ou pela qualidade das matérias-primas. O tecido á prova de nódoas de café, azeite e vinho e um sofisticado casaco de alpinismo são dois exemplos de recentes criações inovadores no campo da inovação têxtil portuguesa.

O primeiro será transformado em toalhas de mesa e guardanapos é uma das mais recentes inovações do Centro de Nanotecnologia e Materiais Técnicos, Funcionais e Inteligentes (Centi), em parceria com o Citeve. Além de não se sujar com tanta facilidade, este produto têxtil não tem substâncias nocivas para o ambiente e é fácil de limpar.

Em conjunto com alpinistas profissionais, o Citeve e o Centi desenvolveram um moderno blusão para alpinismo utilizando novas tecnologias que permitem um isolamento térmico avançado em conjunto com sistemas de sensorização para um melhor desempenho em condições ambientais extremas.

A sobrevivência do setor têxtil em Portugal passa pela inovação. Quem o garante é Braz Costa, diretor do Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e Vestuário de Portugal (CITEVE). "O setor têxtil em Portugal tem futuro mas, para isso, temos de ser os melhores do mundo", explica.

O Citeve é uma entidade de utilidade pública, privada e sem fins lucrativos que se dedica à promoção da Inovação e Desenvolvimento Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário. Criada em 1989, tem como missão o apoio ao desenvolvimento das capacidades técnicas e tecnológicas das indústrias têxtil e do vestuário. Tem instalações em Vila Nova de Famalicão e na Covilhã, e representações no Brasil e na Tunísia.
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Fundo para a internacionallização da Cultura Portuguesa

 

A Cultura passará a dispor de mais cinco milhões de euros por ano, na sequência da alteração da distribuição das receitas dos jogos sociais, uma vez que «é necessário proteger o sector da cultura de uma política geral de austeridade», afirmou o Primeiro-Ministro José Sócrates na apresentação do Fundo para a Internacionalização da Cultura Portuguesa e da Rede Portuguesa de Teatros Municipais.

«Isto significa apenas uma escolha política, não significa que aumentámos o défice orçamental para mais cinco milhões aumentando a despesa da cultura», afirmou, referindo-se à política de austeridade que se aplica a todos os sectores. Porém, «há sectores mais fracos que sofrem mais em virtude das políticas de austeridade» e daí decorreu a decisão de proteger a cultura, que «tem um papel a desempenhar da maior importância para o País, para a economia e para a sociedade», pois «é a melhor embaixadora do nosso País».

O Conselho de Ministros de 3 de Fevereiro alterou a grelha de distribuição das receitas dos jogos sociais, passando a Cultura a ficar com uma percentagem de 3,5%, em vez de 2,2%, o que corresponde a mais cinco milhões de euro por ano.

Este é um «sinal político do Governo», «um sinal que distingue a Cultura enquanto uma política pública absolutamente necessária para a modernização e para o desenvolvimento», do mesmo modo que aconteceu com a Ciência no primeiro Governo chefiado por José Sócrates, com os resultados que são conhecidos.

A Ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, afirmou que o dinheiro dos jogos sociais «vai permitir o lançamento destes projectos já este ano, e é uma medida também estrutural, que produzirá resultados continuados e permitirá a criação de novas iniciativas nos próximos anos».

No conjunto, a Cultura vai dispor de 9,5 milhões de euros, sendo 3 milhões para o Fundo para a Internacionalização, 4,5 milhões para a Rede de Teatros Municipais e 2 milhões para as Artes, a dividir em partes iguais entre contratos plurianuais e apoios pontuais.

O Fundo para a Internacionalização da Cultura Portuguesa pretende promover a mobilidade internacional de artistas e de obras portuguesas em áreas como a literatura, música, dança, cinema, fotografia, artes plásticas, arquitectura e design, entre outras. Assente numa parceria entre o Ministério da Cultura e o Ministério dos Negócios Estrangeiros, através do Instituto Camões, o fundo contará com 3 milhões de euros para o período 2011-2013.

Desse montante, e ainda com vista à internacionalização da cultura portuguesa, o Ministério da Cultura, em parceria com a Sociedade Portuguesa de Autores e a Cooperativa de Gestão dos Direitos dos Artistas, Intérpretes e Executantes, atribuirá 1 milhão de euros à Portugal MusicExport, a agência para a exportação de música portuguesa. A Portugal MusicExport apoiará a participação de artistas em feiras internacionais e a promoção de festivais, tournées e eventos considerados relevantes para a internacionalização da cultura portuguesa.

Por fim, com a criação da Rede Nacional de Teatros Municipais, pretende-se ligar em rede e promover a qualidade da programação de dezenas de teatros e de salas de espectáculos de todo o país. Para além do Ministério da Cultura, a iniciativa conta com o apoio mecenático da Fundação EDP, a que se juntará financiamento QREN, num investimento total de 4,5 milhões de euros para o triénio 2011-2013.

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Câmara Portuguesa de Minas Gerais assinala reabertura de actividade



A Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil - Minas Gerais, presidida pelo empresário Fernado Meira Dias, promove hoje um jantar para assinalar a abertura das suas actividades em 2011.

O evento será às 20h, no Automóvel Clube de Minas Gerais, situado na Av. Afonso Pena 1.364, Centro, em Belo Horizonte.

Estão confirmadas as presenças da secretária de Estado de Desenvolvimento Económico, Dorotheia Werneck, e do diretor no Brasil da Agência portuguesa para o Investimento e Comércio Externo - Aicep, Bernardo Ivo Cruz.