Cinema: "Tabu", filme português em cooperação com o Brasil, vence prémio da crítica em Berlim
O filme «Tabu», do português Miguel Gomes, venceu hoje o prémio FIPRESCI no festival de cinema de Berlim. Este prémio é entregue pela Federação Internacional dos Críticos de Cinema que assim optou por esta co-produção de O Som e a Fúria (Portugal) com a Komplizen Film (Alemanha), a Gullane (Brasil) e a Shellac Sud (França).
Dividido em duas partes (Paraíso Perdido e Paraíso) «Tabu» começa por nos apresentar Aurora (Laura Soveral/Ana Moreira) enquanto idosa já meio senil, tal como a sua empregada Santa (Isabel Cardoso) e a sua vizinha Pilar (Teresa Madruga).
No leito de morte, Aurora pede a Pilar para contactar um homem, Gian Luca Ventura (Henrique Espírito Santo/Carloto Cotta). Ventura e Aurora conhecem-se dos tempos em que ambos tinham fazendas na África colonial portuguesa e por lá tiveram uma relação intensa que entretanto se diluiu até à inexistência. Ventura, já velho e solitário, acaba por nos contar o porquê, recordando os dias tórridos que viveu com aquela mulher.
De notar que esta obra é inteiramente a preto e branco. Na sua segunda parte, os atores não falam, ouvindo-se apenas o narrador e a banda sonora, numa homenagem de Miguel Gomes ao cinema mudo.
«Tabu» tem já estreia assegurada em mais de uma dúzia de países, como Portugal, Alemanha, Brasil, França, Canadá, Grécia, Suiça, Áustria, Sérvia, Bósnia, Montenegro, Austrália, Estados Unidos da América, Reino Unido, México, Bélgica, Holanda e Luxemburgo.
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Dividido em duas partes (Paraíso Perdido e Paraíso) «Tabu» começa por nos apresentar Aurora (Laura Soveral/Ana Moreira) enquanto idosa já meio senil, tal como a sua empregada Santa (Isabel Cardoso) e a sua vizinha Pilar (Teresa Madruga).
No leito de morte, Aurora pede a Pilar para contactar um homem, Gian Luca Ventura (Henrique Espírito Santo/Carloto Cotta). Ventura e Aurora conhecem-se dos tempos em que ambos tinham fazendas na África colonial portuguesa e por lá tiveram uma relação intensa que entretanto se diluiu até à inexistência. Ventura, já velho e solitário, acaba por nos contar o porquê, recordando os dias tórridos que viveu com aquela mulher.
De notar que esta obra é inteiramente a preto e branco. Na sua segunda parte, os atores não falam, ouvindo-se apenas o narrador e a banda sonora, numa homenagem de Miguel Gomes ao cinema mudo.
«Tabu» tem já estreia assegurada em mais de uma dúzia de países, como Portugal, Alemanha, Brasil, França, Canadá, Grécia, Suiça, Áustria, Sérvia, Bósnia, Montenegro, Austrália, Estados Unidos da América, Reino Unido, México, Bélgica, Holanda e Luxemburgo.
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