3.3.12

Novo embaixador de Portugal no Brasil chega a Brasília


Chegou ontem ao fim da tarde a Brasília o novo embaixador de Portugal no Brasil, Francisco Ribeiro Telles.

O embaixador era aguardado no aeroporto Juscelino Kubitschek por um rerpresentante oficial do Ministério das Relações Exteriores do Brasil e pelo pessoal diplomático da embaixada portuguesa.

Francisco Ribeiro Telles, que exerceu até agora o cargo de embaixador de Portugal em Angola, substitui em Brasília o embaixador João Salgueiro, que deixou a capital federal em agosto do ano passado.

Diplomata de carreira, o embaixador português exerceu vários cargos, entre os quais o de assessor diplomático do Primeiro-Ministro (1983-1985) e do Presidente da República (1986-1987).

Fez parte da delegação de negociações sobre Timor-Leste, foi ministro conselheiro da embaixada portuguesa em Madrid, embaixador em Cabo Verde e cumpriu em Luanda a sua mais recente missão, antes de ser nomeado para a embaixada de Portugal no Brasil, cargo que agora assume,

29.2.12

Carlos Fino cessa funções como Conselheiro de Imprensa na Embaixada de Portugal em Brasília


 

O jornalista Carlos Fino cessa hoje funções como Conselheiro de Imprensa na Embaixada de Portugal em Brasília, cargo que exercia desde finais de Agosto de 2004, tendo trabalhado com os embaixadores António Franco, Seixas da Costa e João Salgueiro.

Carlos Fino foi requisitado  pelo Ministérios dos Negócios Estrangeiros à RTP para exercer funções em Brasília na sequência do grande impacto que teve no Brasil a sua cobertura da Guerra do Iraque, em 2003, para a televisão pública portuguesa. A media brasileira destacou sempre o facto de Carlos Fino ter sido o primeiro repórter do mundo a mostrar imagens do início do conflito.

Convidado por órgãos de imprensa do Brasil com os quais colaborou a partir de Bagdad, o jornalista proferiu inúmeras palestras e conferências em universidades e participou em diferentes encontros realizados em vários Estados brasileiros – de Fortaleza, Natal, Salvador  e Recife, no Nordeste, a Florianópolis, no Sul, passando por Ouro Preto, Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília.


Em Maio de 2003, Carlos Fino foi recebido pelo então Presidente Lula da Silva, no Planalto, integrando um grupo criteriosamente escolhido de corrrespondentes estrangeiros de alguns dos principais jornais internacionais (El País, Financial Times, Die Welt, Le Monde, New York Times e Yomiuri Shinbun).

A  partir de Dezembro do mesmo ano, a edição brasileira do seu livro A Guerra em Directo (A Guerra ao Vivo), tornou-se obra de leitura obrigatória em faculdades de comunicação social de diversas universidades do Brasil.

No exercício das suas funções, Carlos Fino esforçou-se por incrementar as relações entre órgãos de imprensa dos dois países, tendo designadamente apoiado os esforços que conduziram à assinatura de um protocolo de colaboração entre a Agência Lusa e a Rádio e Televisão públicas do Brasil, e, em 2006, à criação do site Lusa - Brasil.

Em 2010, participou em reuniões entre os dois países com vista à constituição de uma canal internacional de televisão de língua portuguesa e assinou, juntamente com o jornalista brasileiro Paulo Markun, a série de 13 programas de televisão “Lá e Cá” sobre as relações entre Portugal e o Brasil, uma parceria entre a RTP e a TV Cultura de São Paulo.

Carlos Fino foi também o responsável por alimentar, aos longos dos últimos anos, o site e o blogue da embaixada de Portugal no Brasil, além de coordenar e apresentar, na Brasília Super Rádio FM, a rubrica semanal “Notícias Portugal - Brasil”, em que, além das questões de actualidade, também difundia música de expressão portuguesa.

Pela sua permanente disponibilidade em colaborar com a media brasileira e constantes esforços em promover as relações bilaterais na área da comunicação social, a Câmara Legislativa do Distrito Federal distinguiu Carlos Fino com o título de Cidadão Honorário de Brasília.

"Ouro Sobre Azul" - Artista plástico português Seixas Peixoto expõe em Curitiba



Sob o título genério “Ouro Sobre Azul", o  artista plástico português Seixas Peixoto expõe,  a partir de  09 de março, no Memorial de Curitiba, um conjunto de trabalhos em filigrana. São 25 peças de variadas dimensões, fruto de um ano de pesquisas e seis meses de trabalho.

A exposição - de alguma forma, um prelúdio do Ano de Portugal no Brasil (previsto para decorrer entre 07 de sembro de 2012 e 10 de junho de 2010) -  estará patente ao público até ao dia 08 de abril e tem o patrocínio do Vice-Cônsul de Portugal na capital do Paraná, Rogério Vieira.

"Ouro Sobre Azul" descreve a trajetória do ouro português, transformado em história, por meio da técnica da filigrana portuguesa: grânulos de ouro dispostos em fios que escorrem pelas telas. Um método tradicional de execução de jóias praticado, principalmente, na região norte de Portugal.

Para Seixas Peixoto, o objetivo  é fazer com que os espectadores sintam a riqueza cultural da ourivesaria portuguesa: “Eu espero que as pessoas sintam a ‘portugalidade’ da ourivesaria nesta exposição em tela, valorizando, assim, o trabalho artesanal em ouro”, afirma. 




Filigrana Portuguesa

‘Grânulos de ouro destilados em filamentos’: assim se define a técnica da filigrana. Para se conseguir este efeito, colocam-se dois fios de ouro - com a espessura aproximada de um fio de cabelo - juntos e, com a ajuda de duas tábuas e um movimento de vai - vem, os fios  enrolam-se um no outro,  criando a ilusão de grânulos sequenciais.

É bem possível que as principais técnicas de fabrico de ourivesaria (repuxo, soldadura, granulação e filigranação) tenham nascido na antiga Mesopotâmia, hoje território do sul do Iraque, e de lá irradiado para todos os povos. Para o Mediterrâneo e Ocidente, com os Fenícios; para o Oriente, pelos mercadores da rota da seda; e, posteriormente, para a costa oriental da África, pelos árabes.

Os etruscos (povo que antecedeu os romanos) desenvolveram a granulação à máxima perfeição, dispondo dezenas de milhares de microscópicos grânulos em pequenas jóias, formando figuras geométricas, isomórficas ou florais. Esta técnica acabou por desaparcere, retornando posteriormente sob a forma de imitações de qualidade muito inferior.

Com a técnica da filigrana obtém-se o mesmo aspecto estético da granulação, mas com muitíssimo menos trabalho. Se os etruscos foram o expoente máximo na granulação, os portugueses são, atualmente, os que fabricam a mais fina e bela filigrana do mundo.

Manuel Rodrigues de Freitas
Museu da Ourivesaria Tradicional Portuguesa


Seixas Peixoto:

1.º lugar no Concurso Imagem da Europeade 92.
2.º lugar ‘Ex-Aequo’: Concurso Nacional de Cooperativas.
Vencedor, por várias vezes, de concursos para cartazes e medalhística.
Troféu Pinheiro do Paraná pela escultura comemorativa dos 500 Anos do Descobrimento do Brasil.

Representações

Em diversas coleções privadas e de organismos públicos nacionais e estrangeiros.

Museus:

Dr. Santos Rocha – Figueira da Foz.
Municipal de Soure, S. Jorge – Açores.
Centro Histórico Sala do Cabido da Misericórdia das Velas/ Museu de Arte
Contemporânea da Amadora.
Museu do Ouro Francês, Pyramide Cité de L'Ore, Saint - Amand - Montrond, França.

No Brasil:
Prefeitura de São José dos Pinhais, Paraná

Serviço:
Exposição: Ouro Sobre o Azul
Artista Plástico: Seixas Peixoto
Local: Memorial de Curitiba
Data: de 09 de março a 08 de abril


Para mais informações acesse: http://seixaspeixoto.weebly.com ou ligue para: (41) 9696-0290 – Naiara Fachini (Jornalista); (41) 9957-6101 - Seixas Peixoto. 

28.2.12

Presidente da República entrega credenciais ao Embaixador de Portugal em Brasília

Presidente da República entregou credenciais ao Embaixador de Portugal em Brasília


O Presidente da República Portuguesa, Aníbal Cavaco Silva, recebeu, em audiência, o Embaixador Francisco Ribeiro Telles, para entrega de cartas credenciais como novo representante diplomático de Portugal em Brasília, Brasil.

O embaixador Ribeiro Telles deverá chegar à capital brasileira ao fim da tarde de sexta-feira,  02 de Março.

Lisboa é a capital mais segura da Europa

Lisboa Moderna2

Eurostat diz que a capital é a cidade europeia mais segura. Portugal ocupa a 14.ª posição no ranking de países

Os números estão no último relatório do Eurostat, o organismo de estatística da União Europeia. Lisboa é a capital europeia com menos crimes de homicídio registados no período compreendido entre 2007 e 2009. Nos três anos, mostram as estatísticas, aconteceram na capital portuguesa uma média anual de 0,48 homicídios por cada 100 mil habitantes.

O segundo lugar do ranking – que também contabilizou, além dos homicídios, a prática de eutanásia e os infanticídios – é ocupado pela capital da Eslovénia, Liubliana, a que se seguem Madrid (Espanha), Bucareste (Hungria) e Viena (Áustria). Mais para o fim da tabela aparecem cidades como Praga, com uma média anual de 2,74 crimes; Dublin com 2,33; Berlim com 1,93 ou Londres, que apresenta um registo de 1,92, sempre para cada 100 mil habitantes.

Segundo o Eurostat, a cidade mais violenta da Europa, tendo em conta o indicador dos homicídios, é Amsterdão, capital da Holanda – onde há registo de uma média de 3,65 crimes por ano. Em Valeta, a capital de Malta, não terá acontecido qualquer homicídio ou infanticídio entre 2007 e 2009, mas como o país só tem 400 mil habitantes não entrou para o ranking, que só contempla os países com mais de meio milhão de pessoas.

Ranking por países Na lista de países com menos homicídios, Portugal ocupa a 14.a posição. A Áustria é o país mais seguro, seguido pela Eslovénia, pela Alemanha e pela Espanha. Olhando a tabela ao contrário, o ranking de países com mais crimes de homicídio é encabeçado pela Lituânia. A Estónia, a Finlândia, a Bulgária e a Roménia também apresentam, globalmente, as maiores taxas de homicídio, eutanásia e infanticídio, segundo os números do Eurostat.

Criminalidade geral
No que se refere à criminalidade global, e segundo dados da PSP, em 2011 registaram-se uma média de 547 crimes por dia em Lisboa e no Porto. Mais de metade (60%) das quase 22 mil ocorrências participadas às autoridade dizem respeito a furtos e roubos.

O crime mais referenciado, quer em Lisboa quer no Porto, é o roubo e os assaltos a carros. No ano passado, foram assaltadas ou roubadas, por dia, uma média de 60 viaturas – o que perfez um total de 22 mil crimes.

Além destas situações, segundo o relatório anual da PSP, foram ainda denunciados 114 roubos violentos de automóveis com utilização de arma de fogo e isto só no primeiro semestre de 2011. O segundo tipo de crime mais frequente são os assaltos a residências.

A PSP – que tem a seu cargo o policiamento das zonas urbanas – identificou, no ano passado, uma média diária de 30 assaltos. O terceiro lugar da lista de principais crimes tem sido ocupado, nos últimos anos, pelo carteirismo: só no espaço de 12 meses, a PSP diz ter recebido cerca de nove mil participações.

27.2.12

Descoberta de canhões do século XVII na zona portuária do Rio de Janeiro surpreende arqueólogos e historiadores


Desde o início das obras, arqueólogos já encontraram três canhões do século XVII (Foto: Divulgação/ Secretaria municipal de Obras)


A descoberta de dois canhões do início do século XVII, durante escavações na região portuária da cidade, surpreendeu tanto historiadores militares quanto arqueólogos, que, desde fevereiro de 2011, buscam vestígios do comércio escravagista do século XIX.

Segundo a professora Tânia Andrade de Lima, que coordena os trabalhos na região, a existência de uma bateria de canhões na orla, próxima ao Morro da Conceição, era desconhecida pelos historiadores. Ela disse que os canhões, aterrados ao longo dos anos, podem ser os mais antigos do Brasil. Pesando cerca de 1 tonelada cada, os canhões faziam parte de um esquema de defesa num período em que o Rio de Janeiro era alvo de muitas tentativas de invasão.

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