
A Cena Lusófona, de Coimbra, Portugal, leva a cabo mais uma sessão de A Cena no Café, no próximo dia 11 de Maio, terça-feira, – uma conversa com o grupo Dragão7 (São Paulo, Brasil), que antecede a apresentação do espectáculo “Inês de Castro, até o fim do mundo...”, programada para o dia seguinte, no Teatro Académico de Gil Vicente.
Para além da antevisão do espectáculo, a conversa incidirá igualmente sobre o intercâmbio teatral entre Portugal e o Brasil, a pretexto do Circuito de Teatro Português de São Paulo, festival organizado pelo Grupo que leva anualmente várias companhias portuguesas a esta cidade brasileira. A sessão terá lugar ao fim da tarde (18h30), no Galeria Bar Santa Clara.
A Cena Lusófona – Associação Portuguesa para o Intercâmbio Teatral – existe desde 1995, com o objectivo de dinamizar a comunicação teatral entre os países de língua oficial portuguesa.
A partir da ideia inicial de realizar um festival ou algo que tivesse idênticas características, configurou-se um programa mais vasto de cooperação teatral, com um alcance maior e mais complexo do que o simples intercâmbio de espectáculos.
Hoje, o programa Cena Lusófona articula-se num conjunto diversificado de projectos: formação, co-produções, circulação de espectáculos, infra-estruturas teatrais, investigação, dramaturgias, debates e conferências, exposições, edições, programas inter-disciplinares, programas institucionais e de cooperação.
Enquanto estrutura organizada e com autonomia, a Cena Lusófona surgiu em meados de 1996. Cerca de duas dezenas de pessoas – encenadores, actores, cenógrafos, técnicos, antropólogos e arquitectos de cena – criaram, então, uma organização devotada ao intercâmbio teatral na comunidade lusófona. A nova estrutura herdava o nome e a pequena história da experiência bem sucedida, ensaiada em 1995, ainda no âmbito governativo, que acabou por se tornar uma referência para o futuro. A sua sede é na cidade portuguesa de Coimbra.
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Patrícia Almeida
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